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13 de janeiro de 2026 - 21h46
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POLÍTICA

Lula agradece Lewandowski e confirma Wellington César no Ministério da Justiça

Novo ministro assume a pasta após saída de Ricardo Lewandowski e terá nome publicado no Diário Oficial

13 janeiro 2026 - 19h45Gabriel de Sousa e Gabriel Hirabahasi
Lula agradeceu Ricardo Lewandowski e confirmou Wellington César como novo ministro da Justiça.
Lula agradeceu Ricardo Lewandowski e confirmou Wellington César como novo ministro da Justiça. - (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agradeceu nesta terça-feira (13), por meio de publicação na rede social X, ao ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Ricardo Lewandowski pelo período em que esteve à frente da pasta. No mesmo dia, o Palácio do Planalto confirmou a indicação de Wellington César Lima e Silva para comandar o ministério.

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“Agradeço ao ex-ministro Ricardo Lewandowski pelo excelente trabalho e toda a sua dedicação na condução do Ministério da Justiça e Segurança Pública”, escreveu Lula.

A escolha de Wellington César foi oficializada após uma reunião com o presidente e com o então ministro interino da Justiça, Manoel Carlos de Almeida Neto. A nomeação deve ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta terça-feira.

Atualmente ligado à Petrobras, Wellington César estava no Rio de Janeiro e foi chamado a Brasília para a conversa com Lula, quando recebeu o convite para assumir a pasta, que estava vaga desde a saída de Lewandowski, ocorrida na última sexta-feira (9).

Segundo nota divulgada pelo Planalto, Wellington César assumirá a chefia do Ministério da Justiça e Segurança Pública de forma integral, o que indica que o governo não pretende, por ora, dividir a estrutura da pasta. A criação de um Ministério da Segurança Pública segue condicionada à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

Como mostrou a Coluna do Estadão, Wellington César era um dos nomes mais cotados para o cargo, ao lado do ministro da Educação, Camilo Santana, e do próprio Manoel Carlos de Almeida Neto. Também eram mencionados como possibilidades o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinicius de Carvalho, e o advogado Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas.

A indicação de Wellington contou com o apoio de figuras influentes do entorno presidencial, como o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e os ministros Rui Costa, da Casa Civil, e Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação Social. Wagner foi apontado como o principal articulador da entrada do advogado-geral da Petrobras na Esplanada dos Ministérios.

Wellington César já ocupou o cargo de ministro da Justiça por um breve período. Em março de 2016, durante o governo da então presidente Dilma Rousseff, ele permaneceu na função por 11 dias. Na época, Jaques Wagner exercia papel central na articulação política do governo, à frente da Casa Civil.

A curta passagem ocorreu após decisão do Supremo Tribunal Federal que estabeleceu que Wellington não poderia acumular o cargo no Executivo com a carreira no Ministério Público. Diante disso, ele optou por manter o vínculo com a instituição e deixou o ministério.

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