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Política

Delcídio diz que sucesso do leilão da BR-163 é “golaço”de Dilma

17 dezembro 2013 - 17h40
Com ministro da Justiça José Cardozo
Com ministro da Justiça José Cardozo - Divulgação
O senador Delcídio do Amaral (PT/MS) comemorou o resultado do leilão de concessão da rodovia BR-163, no trecho de 847 quilômetros entre os municípios de Mundo Novo e Sonora, em Mato Grosso do Sul. O certame, que aconteceu hoje (17), na Bolsa  de Valores de São Paulo, teve como vencedor a Companhia de Participações em Concessões, que ofereceu um valor de pedágio de R$ 4,38 a cada 100 km, o que equivale a um desconto de 52,7% no preço máximo fixado pelo governo.
 
Seis grupos participaram da disputa: Odebrecht, Triunfo, Invepar, CCR, Ecorodovias e Queiroz Galvão. Para o senador, o resultado é mais uma vitória da administração da presidente Dilma Roussef, com benefícios diretos para a população sul-mato-grossense.
 
“Esse leilão veio provar o quanto é atrativa a BR-163 como investimento. Tivemos a participação de vários consórcios, vencendo a  CCR  com deságio de 52,74%,  o maior já oferecido até hoje em todos os leilões de rodovias. Isso mostra a pujança do nosso estado e o que representa essa estrada,  principalmente para garantir uma logística ágil e eficiente para Mato Grosso do Sul. O governo tem acertado nas concessões, começando pelos Aeroportos do Galeão [RJ] e Confins [MG], agora as rodovias e daqui a pouco os portos e as ferrovias. Estou muito contente com tudo isso, porque é mais uma vitória da nossa gente, conquistada com um 'golaço' da presidenta Dilma”, afirmou.
 
BR-163
 
Para o senador, a BR-163 , conhecida como a “Rodovia da Morte” em função do elevado número de acidentes com vítimas fatais no trecho que corta o estado, vai ser transformada em “Rodovia da Vida”.
 
“Estou absolutamente convicto de que, além dos benefícios na logística e a redução do risco de acidentes com a duplicação da pista,  os municípios cortados pela estrada vão se beneficiar  com os acessos que serão construídos para preservar o tráfego local, o que representa mais segurança não só para as pessoas que trafegam pela 163, mas também para os moradores dos trechos urbanos”, observou .
 
“A  prioridade era o leilão da BR-163, mas nós temos a BR-262 e a BR-267, que também precisam ser duplicadas, pelo menos nos trechos de maior movimento, para evitar tragédias como a ocorrida nesta terça-feira na BR-267, na altura de Nova Andradina, onde o choque de uma van com um caminhão resultou na morte de pelo menos 11 pessoas. Em função da diversificação da economia do Estado, com a chegada das usinas de açúcar e álcool e das fábricas de papel e celulose, aumentou bastante o tráfego nas nossas rodovias, principalmente de carretas e caminhões bitrems. Vamos continuar cobrando do governo investimentos nessas estradas para dar mais tranqüilidade e segurança às pessoas que nelas circulam”, garantiu.
 
Planalto
 
No período da manhã, o senador  foi ao Palácio da Planalto discutir temas de interesse de MS.
 
“Com a ministra Ideli Salvatti [Relações Institucionais] conversei sobre os recursos do final de ano, que no Congresso a gente chama de “raspa do tacho”. Apresentei uma série de pedidos  de várias prefeituras. O Ministério do Planejamento ainda não estabeleceu qual é o limite a ser liberado, mas estamos trabalhando duro para garantir a liberação do maior volume possível não só para os municípios, mas para o governo do  Estado.
 
Estive também com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, discutindo o encaminhamento que o governo vai dar aos  conflitos que envolvem índios e produtores rurais em Mato Grosso do Sul. O prazo está se esgotando. Temos  que implementar a proposta de indenizar a terra nua, começando pela Fazenda Buriti, em Sidrolândia, e ao mesmo tempo, montar um plano para resolver de uma vez por todas essa questão.
 
E junto à ministra Gleise Hoffman [Casa Civil da Presidência da República] defendi uma solução urgente para a questão do assoreamento do Rio Taquari, missão na qual está envolvida toda a bancada de senadores e deputados que representam o nosso Estado no Congresso Nacional. Estamos mobilizados, tanto eu quanto o senador Rubem Figueiró [PSDB], o Moka [PMDB] e todos os deputados federais. Nao dá mais para esperar.”
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