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27 de janeiro de 2026 - 16h31
CPMI DO INSS

CPMI do INSS retoma investigações com participação de parlamentares de MS

Comissão volta do recesso focada em descontos irregulares e consignados sem autorização; Soraya e Dagoberto são membros titulares

27 janeiro 2026 - 15h26Iury de Oliveira
Reuniões serão retomadas após recesso parlamentar
Reuniões serão retomadas após recesso parlamentar - (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)

A CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS retoma os trabalhos na próxima semana, com a volta das atividades do Congresso Nacional, prevista para 1º de fevereiro de 2026. O grupo, que investiga irregularidades envolvendo aposentados e pensionistas, conta com parlamentares de Mato Grosso do Sul entre titulares e suplentes.

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Pela bancada sul-mato-grossense, são membros titulares a senadora Soraya Thronicke (Pode) e o deputado Dagoberto Nogueira (PSDB). Como suplentes, integram a comissão os senadores Tereza Cristina (PP) e Nelsinho Trad (PSD).

No retorno, deputados e senadores devem aprofundar as apurações sobre descontos feitos em benefícios previdenciários, com foco em empréstimos consignados realizados sem autorização de aposentados e pensionistas.

Durante o recesso, a comissão pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) acesso a documentos sigilosos do Banco Master, instituição apontada nas investigações.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que pretende apresentar uma prévia do relatório com base nas oitivas realizadas em 2025. Segundo ele, a primeira fase do texto já está em elaboração.

“Em fevereiro, nós vamos fazer uma análise com o relator, sobre em que pé está o relatório, que essa primeira fase ele já está trabalhando nele. Nós vamos saber se precisamos ainda de algumas oitivas. Caso não sejam necessárias, nós já entraremos imediatamente na questão dos bancos”, disse.

O relator da comissão é o deputado Alfredo Gaspar (União-AL). A CPMI tem prazo para encerrar os trabalhos em 28 de março, mas o colegiado pode pedir prorrogação, caso considere necessário ampliar as investigações.

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