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Cota eleitoral promove o aumento de pré-candidatas do PSDB

Nas últimas eleições municipais, em 2016, o número de candidatas tucanas no Estado foi de 255 mulheres

23 setembro 2020 - 15h25Da Redação
A presidente do PSDB Mulher Estadual Mara Caseiro e a vice, Eliana Rodrigues
A presidente do PSDB Mulher Estadual Mara Caseiro e a vice, Eliana Rodrigues - (Foto: Divulgação)
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A cota eleitoral promove o aumento de pré-candidatas do PSDB, destacando o partido que possui quase 400 mulheres dispostas à concorrerem às eleições deste ano em Mato Grosso do Sul. São pré-candidatas de diversas idades, com variados níveis de escolaridade e classe social, mas com uma mesma vontade, a de fazer uma política democrática com “equidade entre homens e mulheres”. Nas últimas eleições municipais, em 2016, o número de candidatas tucanas no Estado foi de 255 mulheres.

O efeito desse crescimento, segundo a vice-presidente do PSDB Mulher, Eliana Rodrigues, diz respeito às cotas eleitorais. “As cotas eleitorais são regras que estabelecem que mulheres devem ocupar um certo número ou porcentagem de vagas ou cargos existentes em um determinado organismo. O objetivo das cotas é aumentar a presença de mulheres em espaços de poder nos Legislativos e Executivos”, explicou Eliana.

O mesmo pensamento tem a presidente do PSDB Mulher Estadual,Mara Caseiro, ex-deputada estadual e atual diretora-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). “Eu acredito que as mulheres têm percebido mais a sua força e a necessidade de estarem presentes na elaboração e execução das leis. As eleições deste ano estão oportunizando mais a participação das mulheres nas eleições, principalmente com a possibilidade de elas gerirem um mínimo de recursos financeiros para realizarem suas campanhas eleitorais”.

Em 2018, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5617 e decidiu equiparar o patamar legal mínimo de candidaturas femininas ao mínimo de recursos de fundo partidário a serem destinados, que deve ser interpretado como de 30 % do montante do fundo alocado em cada partido para eleições majoritárias e proporcionais. Em caso de haver percentual mais elevado ao mínimo de candidaturas femininas, os recursos devem ser alocados, pelo menos, na mesma proporção.

“Mais uma vez o PSDB sai na frente de outros partidos ao definir que todas as despesas pagas com recursos destinados à participação da mulher na política, passe a ter o aval da presidente nacional do PSDB Mulher, Yeda Crusius. Isso é um avanço para nós mulheres que muitas vezes somos deixadas de lado dentro do próprio partido”, falou a vice-presidente do PSDB Mulher de MS, Eliana Rodrigues.

Além da administração de recursos, a eleição deste ano tem outros fatores relevantes para o ingresso das mulheres nos espaços de poder. “Nestas eleições um maior esforço dos partidos políticos na fase de recrutamento dos candidatos, no sentido de incluir mais mulheres nas listas partidárias, entre os seus dirigentes e com condições melhores de concorrerem aos cargos eletivos com percentuais do fundo partidário e do tempo de propaganda partidária gratuita”, afirmou Mara Caseiro.

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