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21 de fevereiro de 2026 - 18h35
CAMARA
ACORDO COMERCIAL

Câmara prioriza votação do acordo Mercosul-UE na próxima semana

Hugo Motta anuncia Marcos Pereira como relator e cita cenário de incertezas comerciais

21 fevereiro 2026 - 16h45Gabriel Hirabahasi
Hugo Motta anuncia prioridade na votação do acordo Mercosul-UE na Câmara
Hugo Motta anuncia prioridade na votação do acordo Mercosul-UE na Câmara - (Foto: Imagem Ilustrativa/A Critica)

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a Casa vai priorizar, na próxima semana, a votação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. O anúncio foi feito em publicação na rede social X, na qual também confirmou o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP) como relator da proposta.

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“Com as incertezas acerca da imposição de tarifas pelos Estados Unidos, resta ao Brasil lutar pela previsibilidade nas relações comerciais internacionais. Por isso, priorizaremos a votação do acordo Mercosul-UE na próxima semana”, escreveu Motta.

Ele destacou ainda a escolha do relator. “Estou designando como relator o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), que foi ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e também participou da construção desse tratado tão aguardado por 26 anos”, completou.

O acordo foi enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional no início de fevereiro e depende de chancela do Legislativo para entrar em vigor. Na última semana, o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) apresentou a líderes partidários e ao próprio Motta um relatório sobre o tratado firmado entre Mercosul e União Europeia.

A previsão é que o texto seja analisado inicialmente pela representação brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) na terça-feira (24), às 10h. Depois, seguirá ao plenário da Câmara na forma de projeto de decreto legislativo, sob relatoria de Marcos Pereira.

Além do acordo Mercosul-UE, outros temas devem movimentar a agenda da Câmara nos próximos dias. Entre eles, um projeto de lei com medidas de combate às facções criminosas no país e a proposta de desoneração de data centers, dentro do programa chamado de Redata.

A priorização do tratado ocorre em meio a debates sobre o cenário internacional e as relações comerciais do Brasil com outros mercados, especialmente diante de possíveis mudanças tarifárias nos Estados Unidos.

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