
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, participou neste domingo da inauguração de uma comunidade terapêutica na Ceilândia, região administrativa do Distrito Federal. A cerimônia marcou o início das atividades da Fazenda da Esperança Nossa Senhora das Mercês, espaço voltado ao acolhimento voluntário de dependentes químicos.
A abertura da unidade foi precedida por uma missa celebrada pelo arcebispo Fernando Guimarães. Após a celebração religiosa, organizadores e participantes destacaram o papel das políticas públicas e de iniciativas sociais no atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade.
Ligada a causas sociais, a segunda-dama Lu Alckmin também acompanhou a cerimônia. O evento contou ainda com a presença de representantes de parlamentares do Distrito Federal, entre eles assessores da senadora Damares Alves (Republicanos), da deputada federal Bia Kicis (PL) e do senador Izalci Lucas (PL).
A Fazenda da Esperança atua como espaço de acolhimento para pessoas que buscam tratamento contra a dependência química de forma voluntária. A unidade inaugurada na Ceilândia amplia a rede de atendimento desse tipo no Distrito Federal, integrando iniciativas religiosas, sociais e de apoio comunitário.
Durante o evento, houve manifestações de agradecimento ao governo federal, a parlamentares e também elogios à atuação do Governo do Distrito Federal no apoio a ações voltadas à recuperação e reinserção social de dependentes químicos.
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o governo federal mantém atualmente cerca de 600 comunidades terapêuticas contratadas em todo o país, oferecendo aproximadamente 16 mil vagas. O ministro da pasta, Wellington Dias, que também esteve presente na inauguração, afirmou que o repasse federal gira em torno de R$ 280 milhões por ano para essas unidades.
De acordo com o ministro, o investimento corresponde a cerca de R$ 1.200 mensais por pessoa atendida nas comunidades terapêuticas conveniadas, reforçando a estratégia do governo de apoiar iniciativas voltadas ao cuidado, tratamento e reintegração social de dependentes químicos.
