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21 de janeiro de 2026 - 13h38
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'COLLUSSION' E 'SIMULATUM'

Gaeco faz operação contra fraudes em contratos públicos em Terenos e Campo Grande

Ação desta manhã (21) mira organizações criminosas que teriam fraudado licitações da Prefeitura e da Câmara de Terenos desde 2021

21 janeiro 2026 - 11h50Carlos Guilherme
Gaeco
Gaeco - (Foto: Arquivo)

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul realizou, na manhã de hoje (21), duas operações simultâneas para apurar suspeitas de fraudes em contratos públicos ligados ao Município e à Câmara Municipal de Terenos. As ações, batizadas de “Collusion” e “Simulatum”, são conduzidas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco/MPMS) e pela 1ª Promotoria de Justiça de Terenos.

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Ao todo, foram expedidos seis mandados de prisão e 30 mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais são cumpridas nas cidades de Terenos, Campo Grande e Rio Negro.

Na Operação Collusion, foram autorizados seis mandados de prisão e 23 de busca e apreensão. Já a Operação Simulatum tem sete mandados de busca e apreensão.

O que investiga a Operação Collusion - A Operação Collusion apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de cometer crimes contra a administração pública, principalmente fraudes em licitações e contratos.

Segundo o Ministério Público, o grupo teria se articulado para obter contratos de materiais e serviços gráficos firmados com o Município de Terenos e com a Câmara Municipal, desde 2021, por meio de conluio entre os investigados.

O nome da operação vem do inglês “collusion”, que significa “conluio”, numa referência aos supostos acordos ilícitos usados para fraudar contratos públicos.

O foco da Operação Simulatum - Paralelamente, a Operação Simulatum investiga outra organização criminosa, também voltada a crimes contra a administração pública.

Nesse caso, o alvo são contratos de publicidade e de locação de equipamentos de som firmados com a Câmara Municipal de Terenos, igualmente a partir de 2021. A suspeita é de fraude nesses contratos.

O nome “Simulatum”, em latim, significa “simulado” e remete, conforme o MP, à forma de atuação do grupo investigado: os envolvidos teriam simulado competição entre si para viabilizar os contratos sob suspeita.

As diligências desta manhã contam com apoio operacional do Batalhão de Choque da Polícia Militar, que auxilia no cumprimento dos mandados de prisão e de busca e apreensão nas três cidades. Novos detalhes sobre as investigações e eventuais prisões não foram divulgados até o momento.

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