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02 de janeiro de 2026 - 17h40
POLÍCIA

Adolescente de 17 anos pede ajuda após pular de carro de aplicativo em Campo Grande

Caso foi registrado na noite desta quinta-feira (1), no bairro Jardim Colibri.

2 janeiro 2026 - 15h37Redação
Adolescente de 17 anos pediu ajuda após pular de um carro de aplicativo na noite de quinta-feira, no bairro Jardim Colibri, em Campo Grande.
Adolescente de 17 anos pediu ajuda após pular de um carro de aplicativo na noite de quinta-feira, no bairro Jardim Colibri, em Campo Grande. - (Foto: Imagem ilustrativa/A Crítica)

Uma adolescente de 17 anos pediu ajuda após pular de um carro de aplicativo na noite desta quinta-feira (1), em Campo Grande. O caso foi atendido pela Polícia Militar no bairro Jardim Colibri.

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Segundo o registro policial, a equipe foi acionada para uma ocorrência inicialmente informada como assédio sexual. No local, uma moradora relatou que estava em casa com as sobrinhas, prestes a dormir, quando ouviu gritos de socorro vindos da frente da residência.

Ao sair para verificar, ela encontrou a adolescente pedindo ajuda. A jovem contou que estava em um carro de aplicativo e que decidiu pular do veículo após o motorista trancar as portas e dizer que a levaria para a casa dele, depois de saber que ela não teria dinheiro para pagar a corrida.

Enquanto a adolescente relatava o ocorrido, o carro passou próximo ao local. A moradora conseguiu anotar a placa do veículo, um Fiat Mobi branco. Ao ver o automóvel, a jovem fugiu novamente e não aguardou a chegada da viatura.

Durante rondas na região, a Polícia Militar conseguiu localizar a adolescente, que confirmou a história. Ela relatou ainda que, durante a fuga, perdeu a bolsa com celular e documentos.

A jovem informou que estava em uma casa de eventos antes do ocorrido e que a corrida havia sido solicitada por um tio. Questionada pelos policiais, ela disse que mora com a mãe, mas não foi possível fazer contato com nenhum responsável.

Foram feitas várias tentativas de ligação para a mãe da adolescente, sem sucesso. O Conselho Tutelar também foi acionado, mas não respondeu às tentativas de contato.

Sem a presença de um responsável maior de idade, a adolescente foi encaminhada à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário Cepol para os procedimentos legais. Ela recusou atendimento médico e informou que estava bem.

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