
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul realizou na última quinta-feira (12) o primeiro descarte sustentável de documentos de 2026, eliminando 9.080 quilos de papéis e caixas que já não tinham utilidade administrativa, após o cumprimento dos prazos legais de guarda.
A ação, conduzida pela Assessoria de Gestão Documental e Memória, seguiu critérios técnicos previstos na política institucional do Judiciário, permitindo a eliminação apenas de documentos que já haviam atingido o tempo mínimo de arquivamento estabelecido nas tabelas de temporalidade e na legislação vigente.
Esse prazo varia de acordo com o tipo de documento e pode ir de 5 a 35 anos, período em que o material deve permanecer armazenado, em formato físico ou digital, antes de ser descartado.
Antes da eliminação, todos os processos foram digitalizados e inseridos no Sistema de Automação da Justiça, o SAJ, garantindo a preservação das informações e o acesso aos dados mesmo após a retirada do acervo físico.
Para dar transparência ao procedimento, o Tribunal publicou edital com a relação do material descartado, seguindo as normas que orientam a gestão documental no Judiciário, e informou que o descarte teve destinação ambientalmente adequada, contribuindo para a liberação de espaço e melhor organização das unidades judiciais.

