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Mensagem

Votação dos embargos do mensalão é adiada, e MP mantém acusação

20 fevereiro 2014 - 17h48
O Supremo Tribunal Federal (STF) começou nesta quinta-feira o julgamento dos embargos infringentes do processo do mensalão, o último recurso em uma ação penal. O relator, ministro Luiz Fux, começou a leitura do relatório pelo ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, que tenta reverter a condenação por formação de quadrilha. Ele também leu o relatório de outros quatro réus: o ex-presidente do PT José Genoino, do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e dos ex-executivos do Banco Rural Kátia Rabello e José Roberto Salgado. Todos eles também tentam reverter a condenação por quadrilha.
 
Fux propôs que hoje ocorresse apenas a sustentação oral da defesa e do Ministério Público. Logo depois do intervalo e das defesas e do MP se manifestar, a presidência do Supremo marcou para quarta-feira, às 14h, a votação dos ministros. Se não acabarem as análises e votos nesse dia, uma sessão extraordinária será marcada para a manhã da próxima quinta-feira.
 
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse ao final de sua exposição que no seu entendimento o crime de formação de quadrillha está "configurado". "O Ministério Público entende configurado o delito [formação de quadrilha], porque está presente o concurso necessário de mais de três pessoas", disse.
 
Ele também lembrou que os condenados cometeram vários crimes, como corrupção passiva e ativa, peculato e lavagem de dinheiro.
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