26 de fevereiro de 2021 Grupo Feitosa de Comunicação
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Justiça

TJ vai transferir juizados, escola e centro de atendimento para prédio desapropriado de shopping

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul vai transferir dois juizados, uma escola e centros de atendimento ao Shopping 26 de Agosto, desapropriado pelo Governo do Estado para abrigar serviços do órgão. De acordo com a assessoria de imprensa do tribunal, os juizados cível e criminal passarão a atender no antigo shopping, além da Escola Judicial, do Núcleo de Solução de Conflitos, do Centro Integrado da Infância e da Juventude e da Central de Processamento Eletrônico.
O tribunal, no entanto, não tem previsão de quando abrirá os postos de atendimento no prédio. Antes, segundo a assessoria, será necessário realizar algumas adaptações no espaço. O imóvel tem área construída de 4.465 metros quadrados, conforme o decreto publicado no Diário Oficial do Estado.
Com investimento de R$ 25 milhões, o shopping abriu as portas em setembro de 2011, apostando na linha popular, com produtos importados da China. Na inauguração, 320 das 550 lojas funcionavam no local. Dois anos depois, cerca de 20 estabelecimentos permanecem no local apenas por medo de perder o dinheiro investido por eventual quebra de contrato. Com investimento de R$ 25 milhões, o shopping abriu as portas em setembro de 2011, apostando na linha popular, com produtos importados da China.
Na inauguração, 320 das 550 lojas funcionavam no local. Dois anos depois, cerca de 20 estabelecimentos permanecem no local apenas por medo de perder o dinheiro investido por eventual quebra de contrato.
Para os comerciantes, a linha popular, com produtos importados da China, espalhados em estandes não caiu no gosto dos campo-grandenses. Aliado a isso, eles creditam o fracasso ao abandono do espaço. Os banheiros chegaram a ser fechados e, depois de reabertos, vivem sujos. Os estandes da administração também não funcionam e seguranças não são vistos pelo local. Abandonadas, lojas são cobertas por poeira e as escadas rolantes foram desligadas.
Sem clientes e lojistas, no final de março, o proprietário Rubens Saad anunciou a venda do prédio por R$ 50 milhões.
 
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