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Saúde

Sesau prepara campanha de combate à hanseníase

13 janeiro 2010 - 15h40
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  As unidades básicas de saúde do município estão preparadas para fazer o diagnóstico da doença e o acompanhamento do tratamento. O CEM (Centro de Especialidades Municipal) é uma referência secundária na hanseníase, oferecendo a especialidade médica específica (dermatologia) para o atendimento aos pacientes. Nos casos de internação, os hospitais São Julião e Universitário são as referências terciárias da doença.

  As campanhas anuais realizadas pela Sesau no combate à hanseníase buscam mobilizar os profissionais das unidades de saúde e despertar a atenção da população sobre a doença. “Muitas vezes, as pessoas não procuram atendimento médico quando percebem manchas na pele, elas acham que não é um problema”, alerta a gerente técnica de Doenças Transmissíveis da Sesau, Juliana Rossini.

  A previsão da Coordenadoria de Atenção Básica é de que no próximo dia 18 já estará definido o programa de atividades que a secretaria de saúde vai realizar na campanha deste ano de combate à hanseníase.

Uma das doenças mais antigas da história da medicina


  Relatada em textos bíblicos, a hanseníase é causada por um parasita (bacilo de Hansen) que ataca a pele e os nervos periféricos. A doença se manifesta com o aparecimento de manchas dormentes, de cor avermelhada ou esbranquiçada, em qualquer parte do corpo. Outros sintomas característicos são placas, caroços, inchaço, fraqueza muscular e dor nas articulações.

  Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a maioria das pessoas é resistente ao bacilo e não desenvolve a hanseníase. Para quem adquiriu a doença, a busca de tratamento médico é fundamental para evitar a evolução do quadro clínico, bem como a contaminação de outras pessoas.

  Entretanto, dados da OMS apontam o Brasil como líder mundial em prevalência da hanseníase. A cada ano são registrados, em média, no país, mais de quarenta mil novos casos. Conhecida antigamente como lepra, a doença mudou de nome para evitar o estigma associado a essa denominação. O termo hanseníase é empregado desde 1976.

 

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