29 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Produtores e laticínios vão criar dia 5 conselho para definir política do setor

Fort  Atacadista - 21 ANOS

  O Silems (Sindicato das Indústrias de Laticínios de MS), Seprotur e a Famasul, vão criar, em parceria com a CSCPL (Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite), Uems e UFP (Universidade Federal do Paraná) o Conseleite/MS (Conselho Paritário entre Produtores e Indústrias de Mato Grosso do Sul).

  A solenidade de criação será realizada no próximo dia 5 de novembro, a partir das 9 horas, na sede da Seprotur, que fica na Avenida Desembargador José Nunes da Cunha, Bloco 12, Parque dos Poderes, Campo Grande.

  De acordo com o presidente do Silems, Edgar Rodrigues Pereira, o Conselho Paritário vai mudar a realidade do setor leiteiro do Estado, possibilitando uma maior integração entre produtores, indústrias e Governo do Estado, tendo em conta a transparência dos custos do produtor e da indústria.

  “Esperamos iniciar uma nova etapa da cadeia produtiva do leite em Mato Grosso do Sul”, projetou, informando que em 2008 foram processados aproximadamente 320 milhões de litros de leite nas 64 indústrias do Estado, que têm capacidade instalada de 1,4 milhão de litros de leite por dia.

  Levantamento do Radar Industrial da Fiems, com base nos dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho e Emprego, aponta que entre 2000 e 2006 o número de empresas industriais existentes no setor lácteo do Estado se manteve estável, apresentando uma taxa média de crescimento de 0,57% ao ano.

  Quanto ao emprego, Mato Grosso do Sul registrou em 2006 (último ano disponível para a série) a existência de 895 pessoas direta e formalmente empregadas no setor, o que representa 2,6% de todo o emprego formal na indústria de alimentos e bebidas do Estado, quando se considera os empregos indiretos o setor alcança por volta de 2.500 postos de trabalho.

  Em relação a 2000, esse contingente não apresentou crescimento significativo, apenas 1,68% ao ano. Tal desempenho fez com que a participação relativa sobre o total de empregos na indústria de alimentos e bebidas diminuísse em 1,5 ponto percentual.

  Ainda segundo dados do Radar Industrial, o salário médio pago aos indivíduos que trabalham na atividade de preparação do leite foi igual a 1,98 salário mínimo, enquanto dos trabalhadores na atividade de fabricação de laticínios chegou a 1,92 salário mínimo.

  Já o salário médio do setor como um todo foi igual a 1,95 salários mínimos. Em relação a 2000, a massa salarial do setor aumentou 16%, sendo responsável em 2006 pela injeção de R$ 7,5 milhões na economia de Mato Grosso do Sul, entretanto, o processo de estagnação do setor fez com que sua participação relativa sobre a massa salarial da indústria de alimentos e bebidas se reduzisse de 3,33% para 2,6%.

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