25 de janeiro de 2021 Grupo Feitosa de Comunicação
(67) 99974-5440
(67) 3317-7890
senar
OAB

OAB pede força-tarefa da Segurança Pública para apurar crimes insolúveis

Divulgação
MÊS DA ECONOMIA COMPER

A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Mato Grosso do Sul lançou na última quarta-feira um movimento para que seja criada uma força-tarefa entre órgãos públicos para investigar crimes considerados “insolúveis”. A intenção é colocar Polícia Civil, Ministério Público, Judiciário para apurar e julgar estes casos rapidamente. Conforme levantamento da própria polícia, 35% dos casos investigados não são resolvidos. Para mobilizar a sociedade para pressionar e colaborar com as instituições, cobrando maior empenho nas investigações, foi instalado um painel em frente a OAB com fotos de vítimas de crimes de grande repercussão e que ainda não tiveram solução.

Os assassinatos do radialista Escarumaça; de Flávio Godoy, o Ratinho; de Edgar Pereira; de Murilo Alcalde; de Eliane Ortiz e o sumiço do menino Luís Eduardo, o “Dudu”, que tiveram as fotos estampadas no painel, representam todos os casos cujas investigações não responderam a todos os questionamentos das famílias e da sociedade. No painel há ainda a frase Por um País com Paz, Amor e Justiça e a última “foto” é um espaço preto com um ponto de interrogação em branco. Sugerindo a pergunta: quem será a próxima vítima?

No caso de Murilo e Eliane, os erros cometidos desde o momento em que os corpos foram encontrados em um quarto de motel em 2005, até toda a investigação, não deixaram que se chegasse ao motivo e autoria do crime. “Teve muita coisa errada durante o processo. Isso é diferente de não ter o processo”, disse Marcos Alcalde, pai de Murilo, o único representante de famílias de vítimas de crimes.

Banner Whatsapp Desktop
TJ MS
Senar