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Legislativo Municipal

No Dia de Finados, transporte público terá esquema especial

31 outubro 2009 - 18h26
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  A tarifa do transporte coletivo urbano em Campo Grande custará R$ 1 durante todo o dia 2 de novembro, feriado do Dia de Finados. O preço mais acessível valerá para todas as linhas em circulação na data e estará disponível aos usuários do cartão de vale-transporte.

  A Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) também colocará à disposição dos usuários do serviço uma linha especial, partindo da Praça Ary Coelho, no Centro, com destino ao Cemitério Santo Amaro, o mais movimentado no feriado de homenagem aos mortos.

  Até às 9h50, a linha especial passará pela praça com intervalos de 15 minutos. Depois desse horário, será de 30 em 30 minutos, voltando a um intervalo menos a partir das14 horas. Segundo a Agetran, as linhas troncais que ligam os terminais de transbordo também serão reforçadas.

  Outras linhas, como a que atende a UCDB  e que não circula em feriados, estará ativa para atender os passageiros que precisam ir até o cemitério instalado na região.

  Equipes da Agetran também estarão em operação em frente ao cemitérios, contendo o tráfego de veículos próximo às entradas. A tarifa especial para o Dia de Finados só não estará válida para usuários do cartão múltiplo, pois o sistema não reconhece valores diferenciados.

  Ambulantes que estavam acampados há alguns dias em frente aos cemitérios públicos da Capital reclamam da fiscalização feita pela Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) para cumprir a ordem de que as instalações fiquem a pelo menos cem metros do acesso principal.

  No cemitério São Sebastião, conhecido como Cruzeiro, que fica na avenida Coronel Antonino, quem estava acampado há quase uma semana reclama que ‘perdeu o lugar’ nesta manhã, após visita dos agentes. A auxiliar de serviços diversos Roberta da Silva, de 58 anos, conta que chegou ao local na segunda-feira (26), para segurar a vaga próxima ao portão de entrada.

  Ela viu vários outros vendedores terem que mudar de lugar, por conta da determinação da Semadur. “Amanhã quando chegarem os outros não vai ter espaço para todo o mundo”, avalia. Ela conta que vende flores no cemitério há 20 anos, para complementar a renda, e essa foi a primeira vez em que a fiscalização foi realizada. “Acho que isso vai prejudicar as vendas”, reclama.

  O casal Elair Correia de Almeida, de 52 anos, e Francisco Soares da Silva, de 59 anos, foi para a frente do cemitério na quinta. Nesta manhã, eles tiveram que deixar seu lugar, após determinação dos fiscais. “Podiam deixar a gente trabalhar”, diz o construtor Francisco.

  Elair conta que trabalha na fabricação de flores e arranjos, e espera o ano todo pelo Dia de Finados, quando a expectativa de lucros é maior. “Eu acho um absurdo, tinha feito minha barraca bem organizada para ninguém reclamar”, afirma.

  Com a medida, ele teve que ficar do outro lado da rua e teme que o movimento de clientes no local seja menor. Além da reclamação por ter que mudar de lugar, o casal protesta quanto á venda de flores dentro do cemitério, em dois locais distintos, organizada pela administração do local. “Porque eles podem e nós não?”, questiona a vendedora.

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