23 de janeiro de 2021 Grupo Feitosa de Comunicação
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Municipal vota dia 2 projeto que pode pôr fim a buraqueira

SITUAÇÃO PODE MUDAR - O serviço de recapeamento não é feito de forma a restaurar as condições origin
SITUAÇÃO PODE MUDAR - O serviço de recapeamento não é feito de forma a restaurar as condições origin - Divulgação
MÊS DA ECONOMIA COMPER

As empresas concessionárias de serviços públicos não poderão abrir valetas, que danificam o asfalto, nem interditar vias públicas que trazem transtornos ao dia-a-dia da cidade, para expansão das redes de água, esgoto, eletricidade e telefonia, além de onerar o contribuinte/usuário/consumidor, com os custos de recapeamento asfáltico.

Esta situação pode mudar com a aprovação do projeto de lei complementar 194/08, de autoria do vereador Edil Albuquerque, que obriga empresas como Águas Guariroba, MS-GAS, Enersul, Brasil Telecom, a empregar Métodos Não Destrutivo (MND), uma tecnologia já largamente utilizada no Brasil e que em Campo Grande foi empregado pela primeira vez quando foi implantada a rede de distribuição do gás natural no centro da cidade. Na época o vereador Edil conseguiu sensibilizar o então prefeito André Puccinelli, para que exigisse da MS-Gás, que ao invés de valetas, empregasse a perfuração horizontal direcional, método não destrutivo.

“Esta experiência foi um sucesso. Embora mais de 40 quilômetros de rede distribuidora tenham sido construídos no centro da cidade, não foi preciso promover interdições pontuais do trânsito, nem houve prejuízo ao pavimento, com abertura de valetas”, lembra Edil, para quem, se esta mesma exigisse tivesse sido cobrada da Águas Guariroba na expansão da rede de esgoto, a cidade teria sido poupada de transtornos, além do prejuízo que vem tendo com a abertura de valeta.

 

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