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Mercado

Imóveis de média renda aquecem mercado de Campo Grande

30 janeiro 2010 - 13h01
Fort  Atacadista - 21 ANOS

  De acordo com o presidente do Sindicato de Habitação de Mato Grosso do Sul – Secovi/MS, Marcos Augusto Neto, a classe média foi a grande beneficiada com essa ampliação de recursos para adquirir a casa própria. “Essa medida chamou a atenção da classe média que, com uma renda maior, pode comprar um apartamento com mais facilidade”, comenta. Ele ainda garante que a tendência é que daqui para frente, os empreendimentos sejam focados nesse público. “Os apartamentos voltados para a classe média ainda predominam diante dos da classe mais baixa e até mesmo da classe média alta. São poucas as pessoas que adquirem um apartamento luxuoso e grande”, afirma.

  Para a Brookfield Incorporações, que tem atuação tradicional na média renda, o segmento residencial representou nacionalmente, 75,5% do volume total de vendas contratadas do terceiro trimestre de 2009. O destaque ficou por conta dos imóveis residenciais com preço médio abaixo de R$ 500 mil, que cujas vendas subiram de 47% nos primeiros nove meses de 2008 para 50% de janeiro a setembro de 2009.

  A expectativa é de que faixa representará 50% dos lançamentos este ano. Nos critérios da Brookfield, imóveis destinados à classe média têm preço entre R$ 130 mil e R$ 500 mil. Unidades residenciais com valor abaixo de R$ 130 mil vão responder por 15% e acima de R$ 500 mil, por outros 15%.

  Em Campo Grande, os imóveis que atendem à classe média, têm metragem de 61,30m² e valores entre R$160 mil e R$176 mil. As três torres do condomínio Vitalitá, que estão sendo erguidas pela incorporadora na cidade já estão com mais da metade das unidades vendidas. As torres A e B, ambas em fase de construção, já venderam 100% e 82%, respectivamente. Na torre C, que ainda será erguida, 71% dos apartamentos já foram comercializados.

  De acordo com o gerente de operações da Brookfield Incorporações, João Antonio Guerra Neto, os imóveis de média renda representam 20% de todo o empreendimento, enquanto 27% do total de unidades vendidas são deste segmento. “A arquitetura diferenciada e moderna chamam a atenção do cliente. As formas de pagamento diferenciadas, como FGTS, poupança e até mesmo uma assinatura que temos com um banco facilita a escolha do comprador. Ele se depara somente com benefícios na hora da compra e pode escolher a melhor forma de pagar”, explica Guerra Neto.

 

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