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Fifa sorteia grupos da Copa do Mundo nesta sexta-feira

4 dezembro 2009 - 07h03
Fort  Atacadista - 21 ANOS

 Pode-se dizer que o destino da seleção brasileira na briga pelo hexacampeonato mundial começa a ser decidido nas bolinhas da apresentação, que será realizada na Cidade do Cabo e contará com a presença da atriz sul-africana Charlize Theron, entre outras estrelas.

As bolinhas vão definir os adversários da equipe de Dunga na primeira fase, as sedes dos jogos e também os possíveis cruzamentos até a final, marcada para o dia 11 de julho do ano que vem. E o torcedor já pode começar a cumprir sua missão, a fim de facilitar o caminho da seleção até o hexa, secando os rivais e fazendo figa para que os rivais como a Itália e a Argentina tenham um caminho mais duro.

As seleções estão divididas em quatro potes. O primeiro é dos cabeças de chave, que são a África do Sul, país-sede, e as sete primeiras colocadas no ranking da Fifa em outubro: Brasil, Espanha, Holanda, Itália, Alemanha, Argentina e Inglaterra.

O pote 2 reúne as quatro seleções da Ásia (Coreia do Sul, Coreia do Norte, Austrália e Japão), as três da região da Concacaf (Estados Unidos, México e Honduras) e a Nova Zelândia, da Oceania. Um desses cairá no grupo do Brasil, e a pedida, nesse caso, é torcer por Nova Zelândia, Honduras ou Coreia do Norte.

Se a bolinha dos Estados Unidos cair no grupo do Brasil, é certeza de jogo duro: basta lembrar o trabalho que o Brasil teve para vencer os americanos por 3 a 2, de virada, na final da Copa das Confederações. O México é outra seleção que costuma complicar a vida dos brasileiros, como em 2005, quando venceu por 1 a 0 o jogo na primeira fase da Copa das Confederações, na Alemanha.

No pote 3 estão as demais seleções sul-americanas (Uruguai, Paraguai e Chile) e as cinco africanas (Argélia, Camarões, Costa do Marfim, Gana ou Nigéria). A certeza é que o adversário do Brasil será um desses cinco, e, ao menos na teoria, o ideal é que seja a Argélia, que teve a classificação mais difícil (precisou de um jogo extra contra o Egito).

Camarões e Nigéria trazem lembranças tristes para o torcedor, das Olimpíadas de Sydney-2000 e Atlanta-1996, respectivamente. Gana deu um sufoco nas oitavas de final da última Copa, em 2006 – o Brasil venceu por 3 a 0, mas os africanos dominaram a partida no primeiro tempo. E a Costa do Marfim tem o astro Drogba, um dos melhores atacantes do mundo no momento.

No pote 4 ficaram as demais seleções europeias: França, Dinamarca, Grécia, Portugal, Sérvia, Eslováquia, Eslovênia e Suíça. E aí o torcedor pode optar por emoções fortes ou vida fácil. No primeiro caso, viria a calhar uma revanche contra os franceses, responsáveis por eliminar o Brasil em três das últimas quatro Copas em que a seleção de amarelo não saiu campeã (1986, 1998 e 2006). Ou então um duelo contra os portugueses, que certamente virão reforçados por “agentes duplos” como Deco e Liedson.

Para quem prefere moleza, a dupla Eslovênia e Eslováquia é o melhor negócio. As duas seleções têm os piores rankings entre as seleções de continente que estão no Mundial, pouca tradição e nenhum craque de nome. Na teoria, uma moleza. Na prática, começaremos a ver depois que as bolinhas forem escolhidas no sorteio desta tarde. Como diz o ditado, a sorte está lançada.

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