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PANTANAL

Fazendeiros serão autuados por crime ambiental no Pantanal

O trabalho de campo investigou não só a origem dos focos de calor, mas também os impactos do fogo na fauna nos pantanais da Nhecolândia, Nabileque e Jacadigo, em Corumbá, maior município da planície

21 setembro 2020 - 13h53
Equipe aguarda agora o laudo pericial que comprove que alguns focos de calor registrados na região começaram nas fazendas vistoriadas
Equipe aguarda agora o laudo pericial que comprove que alguns focos de calor registrados na região começaram nas fazendas vistoriadas - (Foto: SECOM GOV MS)
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Após um levantamento minucioso da área queimada no Pantanal, realizado por policiais militares ambientais, cadetes da Policia Militar com especialização em veterinária e peritos da Polícia Civil e do Imasul (Instituto de Meio Ambiente de MS), a equipe aguarda agora o laudo pericial que comprove que alguns focos de calor registrados na região começaram nas fazendas vistoriadas.

O trabalho de campo investigou não só a origem dos focos de calor, mas também os impactos do fogo na fauna nos pantanais da Nhecolândia, Nabileque e Jacadigo, em Corumbá, maior município da planície.

 Segundo o 1º tenente Anderson Ortiz Dias, comandante da unidade da PMA em Dourados e coordenador da perícia, o laudo será apenas para fundamentar o que foi constatado in loco. O comandante acrescente que “o fogo não surgiu apenas por ação humana, a seca que castiga a região contribuiu muito”.

No monitoramento da fauna, os dados são alarmantes: muitos animais mortos pelos incêndios, a maioria jacarés e capivaras. Também foi encontrado um grande número de animais atingidos pelo fogo, com alguns morrendo também devido a 

 

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