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Obras

Falta de recursos financeiros inviabiliza duplicação da BR-163

28 julho 2009 - 20h00
Ilustração
Fort  Atacadista - 21 ANOS

    o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Marcelo Miranda Soares, descartou, pelo menos por enquanto, a duplicação da BR-163, conhecida como “rodovia da morte”, por falta de recursos financeiros.

  “Eu elogio e participo dessa iniciativa, porém não vejo condições orçamentárias para execução de uma obra de tamanho impacto envergadura em tempo de crise, de contenção de despesa”, comentou o diretor do DNIT ao participar nesta terça-feira (28) do programa “O povo se defende – AM Cultura 680”.

  Sobre a questão da violência que torna o tráfego violento em boa parte da rodovia dentro do território sul-mato-grossense, Marcelo Mirando foi enfático ao falar dos investimentos que estão sendo realizados através de tapa-buraco, construção da terceira via, elevação do acostamento e sinalização.

  Segundo ele, os acidentes com vítimas fatais estão acontecendo principalmente por desrespeito à sinalização. Mencionou que nos dois últimos graves acidentes em que 10 pessoas morreram, a imprudência aparece em primeiro plano: invasão da pista contrária.

  Para Marcelo Miranda, a questão da humanização do tráfego na BR-163 passa obrigatoriamente pela conscientização das pessoas que estão ao volante. “Não adianta construir novas pistas, implantar sinalização refletiva (horizontal e vertical), se o motorista o continuar dirigindo de forma inconseqüente”, salientou.

Investimentos

  Mesmo descartando, pelo menos de forma temporária, a duplicação da BR-163, o diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes informou que o órgão está investindo mais de R$ 100 milhões na recuperação da rodovia. Acrescentou que três empresas já estão atuando nos chamados “pontos críticos”.

Reação

  O presidente da OAB-MS, Fábio Trad, ao tomar conhecimento da entrevista que o diretor do DNIT, Marcelo Miranda, concedeu ao programa "O povo se defende - AM Cultura 680", descartando a duplicação da BR-163, disse que "o Governo Federal deveria eleger como prioridade absoluta, em tempo de crise ou não, a vida."

 

 

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