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EUA voltarão a aceitar entrada de doentes de HIV em 2010

30 outubro 2009 - 16h54
Fort  Atacadista - 21 ANOS

 "Se queremos ser líderes globais no combate ao HIV/Adis, precisamos agir como tais." Hoje, apenas cerca de dez países do mundo --incluindo os EUA-- barram a entrada de viajantes com base em seu diagnóstico de HIV.

  O Departamento de Saúde americano adotou a restrição em 1987, quando havia muito medo e ignorância em relação ao HIV. Em 1991, o departamento tentou reverter a decisão, mas foi barrado no Congresso que, em 1993, reforçou o banimento, tornando o HIV a única infecção que inviabilizaria a entrada de uma pessoa no país. Essa lei já proibiu milhares de estudantes, turistas e refugiados de ir aos EUA e ainda prejudicou a adoção de crianças com HIV.

  Para Obama, acabar com o banimento --uma medida que começou no governo de George W. Bush (2001-2009)-- é "um passo que irá salvar vidas" porque encoraja as pessoas a fazerem exames e buscarem tratamento.

  "Há 22 anos, em uma decisão baseada mais no medo do que nos fatos, os EUA instauraram uma proibição de entrada no território para portadores do vírus da Aids. Falamos em acabar com o estigma que representa essa doença, mas não deixamos de tratar como ameaça os que viviam com isso e nos visitavam", disse.

  O anúncio foi feito nesta sexta-feira pouco antes de Obama assinar uma lei que estende seu programa anti-Aids, chamado Ryan White. Esse programa, iniciado em 1990, provê cuidados médicos, medicação e serviços de apoio a cerca de 500 mil americanos que possuem HIV, na maioria de baixa renda.

  O programa tem o nome de um americano que contraiu HIV aos 13 anos, em uma transfusão de sangue, e que lutou, nos anos 80, contra a discriminação aos doentes de Aids. Ele morreu em abril de 1990, aos 18 anos.

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