20 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Carnaval

Escolas do primeiro grupo mostram hoje suas alegorias na Via Morena

Avenida Fábio Zahran será palco hoje das escolas de samba de Campo Grande
Avenida Fábio Zahran será palco hoje das escolas de samba de Campo Grande - Divulgação
Fort  Atacadista - 21 ANOS

Acontece hoje o segundo dia de desfiles das escolas de Samba da Capital.

A partir das 18 horas, vão se apresentar na Via Morena, palco do samba, os blocos Bem-te-vi e Margarida, a Escola Mirim Herdeiros do Samba com o enredo “As lendas do Centro-Oeste” e as Escolas do Grupo Especial Tradição do Pantanal, com o enredo “Viagem ao mundo dos circos”, Cinderela Tradição do José Abrão e o tema “Do conto de fadas para um castelo de sonhos na avenida. Cinderela, do sonho a realidade: Com paciência os sonhos se realizam”, Os Catedráticos do Samba com “O encontro da viola caipira e o cavaquinho na avenida” em homenagem a Almir Sater e Helena Meirelles, Unidos do Bairro Cruzeiro que homenageia o radialista Cachopa  e tem como enredo “Cachopa – o Embaixador do Samba de mato Grosso do Sul”, Unidos da Vila Carvalho com a música “Carnaval dos Carnavais: 40 anos de Vila Carvalho” e Igrejinha com o samba-enredo “Dos pampas ao pantanal, futebol é motivo de paixão”, em homenagem ao centenário do Esporte Clube Internacional.

As dificuldades financeiras das escolas foram ainda maiores este ano. Na segunda-feira a Liga das Escolas foram informados que aguardados R$ 100 mil de subvenção do Estado não sairiam por conta de irregularidades na prestação de contas da verba liberada em 2008. A Fundação de Cultura impugnou algumas despesas porque não estariam no plano de trabalho apresentado previamente pela Liga. No cômputo geral o Estado rejeitou notas fiscais no valor de aproximadamente R$ 14 mil mas, com juros e correções monetárias, hoje está em pouco mais de R$ 23 mil. 

As escolas negam que tenha havido desvio de verbas e reclamam do excesso de rigor burocrático da Fundação de Cultura. “No caso da minha escola eles glosaram R$ 800,00, referente por exemplo, a compra de tesoura, agulha, máquina de solda para montagens dos carros alegóricos. Alegaram que o dinheiro não poderia ser usado para compra desses itens, que são considerados materiais permanentes, explica José Carlos de Carvalho, Presidente da Unidos da Vila Carvalho, irritado com a situação. ”Na realidade, esta prestação de contas só foi um pretexto para eles não repassarem os recursos já que a prestação de contas foi apresentada em outubro do ano passado e só agora eles alertaram para o problema”, afirma o carnavalesco. 

O presidente da Fundação de Cultura do Estado, Américo Calheiros nega que exista esta má-vontade e transfere a responsabilidade pelo bloqueio do dinheiro a Liga das Escolas que não regularizou a situação. Segundo a Fundação, a prestação de contas foi feita um mês após o carnaval e três meses depois, a Lienca já estava ciente que estava em inadimplência com o Estado. Os recursos estariam disponíveis desde 28 de dezembro.

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