28 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Justiça e Direito

Corregedor faz inspeção na Justiça do Trabalho de MS

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Fiscalização de dois dias foi suficiente para o corregedor-geral da Justiça do Trabalho, ministro João Orestes Dalazen, apontar nesta sexta-feira falhas na Justiça Trabalhista de Mato Grosso do Sul. Entre os erros encontrados estão a falta da estipulação de valor das causas logo no início do processo (quando se trata de ações de pequeno valor), a demora no andamento de ações e a não transferência de valores de indenizações. Duas contas do Bradesco, por exemplo, tiveram os valores de indenização bloqueados em 2006, sem que fossem feitas as transferências à conta da Justiça, para o futuro repasse ao trabalhador. Os valores das indenizações eram de R$ 15.369 e uma de apenas R$ 622. O ministro também determinou que seja feita uma correição dentro de 45 dias, em Três Lagoas, comarca onde há a maior demora nos prazos processuais. O objetivo da fiscalização é verificar o porquê de tanto tempo de espera. Com relação à falta de valor nas ações de pequena monta, segundo o ministro, o problema é encontrado em maior escala em Ponta Porã e em Campo Grande.

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