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INTERNACIONAL

Com mais mortes, Suécia desacelera contaminações

O governo sueco adotou uma abordagem diferente dos vizinhos

18 setembro 2020 - 06h09
Os índices de infecções e mortes não chegaram ao nível de Itália e Espanha, mas eram muito superiores aos vizinhos escandinavos
Os índices de infecções e mortes não chegaram ao nível de Itália e Espanha, mas eram muito superiores aos vizinhos escandinavos - (Foto: Stina Stjernkvist/TT News Agency via Reuters)
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Enquanto a maior parte da Europa registra uma segunda onda de contaminações, a Suécia passou a ter uma das taxas de infecção mais baixas do continente. O governo sueco adotou uma abordagem diferente dos vizinhos, apenas recomendando medidas de distanciamento e mantendo a maior parte das escolas abertas - apenas as classes para maiores de 16 anos foram suspensas.

Nos primeiros meses, cientistas, médicos e parte da opinião pública criticaram a decisão. Os índices de infecções e mortes não chegaram ao nível de Itália e Espanha, mas eram muito superiores aos vizinhos escandinavos. As mortes também. Com 580 óbitos por 1 milhão de habitantes, o país tem um número 5 vezes maior do que o da Dinamarca e 10 vezes mais alto que Noruega e Finlândia.

Agora, porém, a Suécia vem registrando menos casos que os dois vizinhos, apenas 13 pacientes ocupam UTIs e a média de mortes na última semana foi zero. "Não temos o ressurgimento do vírus como em outros países", disse ao canal France-24 Anders Tegnell, epidemiologista e arquiteto da abordagem. (Com agências internacionais)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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