
Investimentos na remodelação do prédio superam R$ 1 milhão

Em um momento em que o mercado imobiliário fica atento às dificuldades enfrentadas por muitas construtoras no país devido ao cenário macroeconômico atual, a incorporadora e construtora Plaenge investe mais de R$ 1 milhão na reestruturação da sua central de vendas em Campo Grande. A gerente regional da empresa, Ada Maria de Lima anuncia que o novo modelo da central atende às necessidades do cliente, dos colaboradores e consultores de negócios da empresa com um projeto de arquitetura arrojada e que valoriza os relacionamentos. No dia 19 de março, o novo espaço foi reinaugurado com festa para autoridades, clientes e convidados.
Há sete anos, a empresa reuniu em um só lugar as informações sobre os empreendimentos, vendas e relacionamento com cliente, sendo pioneira nesse modelo de atendimento. Para a época, foi algo acima das expectativas do mercado local. A proposta dos apartamentos decorados agradou clientes e profissionais da área de arquitetura e decoração que se sentiram valorizados tornando-se, a partir daí, referência para quem deseja decorar o imóvel com praticidade e acompanhando o que há de mais atual no segmento da decoração de interiores.
Segundo a gerente regional da Plaenge, Ada Maria de Lima, a construtora Plaenge que já atua há 20 anos em Campo Grande, surpreende com novos formatos de apresentação dos seus empreendimentos. A central passa a contar com um espaço mais amplo para encontros informais entre clientes e consultores de negócios da empresa. Além do já conhecido Espaço Gourmet, conta agora com o Café Plaenge, idealizado como um local de descontração para uma conversa informal. Somado a esse espaço, foi criado outro ambiente com jardim, bancos e cadeiras. “A pessoa vai até a Central para realizar um sonho que é a aquisição de um imóvel do jeito que idealizou e quer se sentir à vontade para buscar as informações que lhe interessam”, explica a gerente regional.
A exemplo das três torres localizadas na região do Parque das Nações Indígenas que se tornaram cartão postal da cidade, a nova Central renasce com um conceito de fachada arrojada e com referencial de beleza estética e arquitetônica. De acordo com a Ada Lima, a volumetria arquitetônica (que permite uma sensação de movimento na arquitetura) destaca a fachada que se torna uma vitrine dos empreendimentos. “A fachada comunica-se com quem olha para ela, é um modelo que permite a integração de cor, volume, iluminação, paisagismo e funcionalidade, tudo integrado para facilitar a informação”, garante Ada.
