25 de fevereiro de 2021 Grupo Feitosa de Comunicação
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CEF abre ciclo de palestras no CRECI e lança desafio para o setor

Presidente do CRECI/MS, Delso José e superintentende CEF Paulo Antunes
Presidente do CRECI/MS, Delso José e superintentende CEF Paulo Antunes - Divulgação
Com desafio de atingir R$ 2,1 bilhões ou pelo menos manter o nível de 2013, quando foram liberados R$ 1,9 bilhão em crédito imobiliário pela Caixa Econômica Federal em Mato Grosso do Sul, o superintentende Paulo Antunes de Siqueira abriu o ciclo de palestras de 2014 no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis da 14ª Região (CRECI/MS), apresentando o cenário atual da economia e os prognóstico para o setor. O evento ocorreu na noite de 06 de fevereiro, quinta-feira, no auditório do Conselho. 
 
“As informações serão fundamentais para que os profissionais entendam o momento vivido pelo setor imobiliário e orientem seus negócios. Um dos pontos altos é a comprovação de que a confiança no mercado imobiliário continua em alta e muitos investidores acreditam e apostam em nosso mercado. Pela própria profissão que exercemos, somos formadores de opinião, então precisamos ser otimistas”, avalia o presidente do CRECI/MS, Delso José de Souza. 
 
Paulo Antunes iniciou a palestra falando sobre a importância do relacionamento dos corretores de imóveis com a Caixa, sempre estimulado pelo CRECI/MS, destacando que este é um dos fatores preponderantes para o sucesso do mercado imobiliário de MS. “Aos poucos o nosso mercado foi se tornando altamente profissional e isso foi construído a várias mãos. Fomos adquirindo preparo melhor”. 
 
Antes de falar sobre o atual cenário, o superintendente traçou um histórico da evolução do mercado imobiliário. “Em 2007 financiamos R$ 280 milhões em todos os programas, veio aquela avalanche de crise e tivemos ideia, com o CRECI, de vir aqui abrir o Ciclo de palestras no ano de 2009. A ideia era dizer que a Caixa tinha muitos recursos para financiar imóveis e os profissionais estavam ávidos por isso. Conseguimos atingir naquele ano R$ 660 milhões de financiamentos, no auge da crise”. Já em 2012 foram R$ 1,7 bilhão em financiamentos chegando a R$ 1,9 bilhão em 2013. Para consolidar esta trajetória, outro fator foi fundamental: o aumento do poder aquisitivo da população. 
 
As boas condições para financiar, oferta de linhas, aumento de tetos fomentaram o mercado, despertando forte interesse dos pequenos investidores, empreendedores individuais e também pessoas físicas que responderam por 40% dos imóveis financiados pela Caixa em 2013 no Estado. Somando programas habitacionais do governo, inclusive imóveis rurais, ao longo do ano passado foram financiados 20 mil imóveis, somente 10% deles construídos por grandes empresas. Paulo Antunes lembrou que o conhecimento sobre as atuais condições do mercado imobiliário é insumo estratégico para a tomada de decisões. “É preciso olhar de cima e enxergar oportunidades”. Ele ressaltou que o crescimento geral de financiamentos imobiliários em 2013 foi de 10% em Mato Grosso do Sul, sendo que pela linha do FGTS cresceram 8% e pelo SBPE  31%, reflexo do próprio aumento da captação da poupança, de 20% em âmbito nacional. 
 
Outra informação que chamou atenção foi a inauguração de 22 agências no Estado nos últimos dois anos, 80% delas em cidades do interior. 
Sobre o público-alvo para investimentos, o superintendente deu a dica: “o setor está entendendo a dinâmica do mercado. No ano passado 30% dos financiamentos foram direcionados ao público com renda de até 3 salários mínimos”.
 
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