20 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
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Saúde

Cápsula com microcâmera funciona como

Fort  Atacadista - 21 ANOS

  "O paciente engole a cápsula e vai trabalhar, sem precisar ficar de repouso como na endoscopia tradicional. Ao final do dia, ele retorna, nós retiramos a microcâmera e analisamos as imagens", explica Carlos Capellanes, presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED).

  A endoscopia, exame que detecta lesões e doenças do sistema digestivo por meio da inserção de um tubo no esôfago, costuma causar desconforto em alguns pacientes. Esta sensação pode estar com os dias contados graças aos avanços das novas tecnologias. Especialistas brasileiros têm utilizado uma microcâmera que, inserida dentro de uma cápsula semelhante às de remédio, é engolida pelo paciente e passa pelo estomago, esôfago, duodeno, intestino grosso e delgado- este último dificilmente acessado por outros exames.

  Enquanto percorre o aparelho digestivo, a câmera registra tudo em imagens fotográficas captadas por sensores que, em seguida são enviadas para um computador e são analisadas pelo endoscopista. "O paciente engole a cápsula e vai trabalhar, sem precisar ficar de repouso como na endoscopia tradicional. Ao final do dia, ele retorna, nós retiramos a microcâmera e analisamos as imagens", explica Carlos Capellanes, presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED).

  De acordo com Capellanes, um exame como este custa aproximadamente quatro mil reais e ainda não faz parte do rol de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS), ficando restrito ao serviço de saúde particular.
"A SOBED encaminhou um documento com diretrizes para embasar a necessidade de este procedimento entrar na tabela SUS que já esta nas mãos da Associação Médica Brasileira e, esperamos com isso sensibilizar as entidades responsáveis", conclui.

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