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Brasil contabiliza média móvel diária de 518 mortes pela covid-19

No total, o Brasil registrou 6.336.278 casos confirmados da doença e 173.165 mortes

30 novembro 2020 - 19h29
Conforme dados do Ministério da Saúde, 5.601.804 brasileiros já se recuperaram
Conforme dados do Ministério da Saúde, 5.601.804 brasileiros já se recuperaram - (Foto: Arte sobre foto de Fusion Medical A.)

A média móvel diária de mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil ficou em 518 nesta segunda-feira, 30. Esse tipo de média considera os dados dos últimos sete dias e evita distorções provocadas pelas variações diárias dos registros. Nas últimas 24 horas, foram registrados mais 22.622 casos e 317 mortes, segundo levantamento feito por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de saúde.

No total, o Brasil registrou 6.336.278 casos confirmados de covid-19 e 173.165 mortes. Conforme dados do Ministério da Saúde, 5.601.804 brasileiros se recuperaram da doença e outros 560.954 seguem em acompanhamento.

O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta segunda-feira, 30, que todo o Estado de São Paulo vai regredir para a fase amarela do plano estadual de flexibilização da quarentena. Dessa forma, comércio, bares, restaurantes, academias e eventos culturais terão mais restrições, principalmente no que se refere à capacidade para público e horário de funcionamento.

O Brasil é o segundo país com mais mortos, atrás apenas dos Estados Unidos, que registrou 267.792 mortes pela covid-19.No total de infectados, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA), o Brasil fica atrás dos Estados Unidos e da Índia.

Parceria

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL e feito em conjunto com as secretarias estaduais de Saúde. Os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. De forma inédita, a iniciativa foi uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia e se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais.

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