
A eliminação precoce no ATP de Buenos Aires, torneio em que defendia o título, custou caro a João Fonseca. O brasileiro caiu cinco posições no ranking da ATP e aparece agora em 38º lugar, com 1.190 pontos.
Antes 33º do mundo, Fonseca não conseguiu defender os 250 pontos conquistados na edição anterior do torneio argentino. A queda na pontuação impactou diretamente sua posição na lista divulgada nesta semana.
O cenário, porém, pode mudar rapidamente. No Rio Open, onde não tem pontos a defender após ter sido eliminado na estreia em 2025, o brasileiro pode somar até 500 pontos caso conquiste o título. Uma campanha vitoriosa no torneio carioca pode recolocá-lo entre os 30 melhores do mundo.
Atualmente, o 30º colocado do ranking é o francês Arthur Rinderknech, com 1.530 pontos.
Aos 19 anos, Fonseca atravessa sequência de três derrotas. O início de temporada foi marcado por uma lesão e pela falta de ritmo competitivo. Mesmo assim, chega ao Rio Open apontado como um dos favoritos, ainda que tenha estreia difícil contra o compatriota Thiago Monteiro.
Monteiro ocupa a 208ª posição, com 290 pontos. Outro brasileiro no ranking é João Lucas Reis da Silva, em 207º, com 291 pontos. Thiago Wild aparece em 219º (262 pontos) e Felipe Meligeni Alves em 238º (236 pontos).
Topo consolidado - No topo do ranking, o espanhol Carlos Alcaraz lidera com ampla vantagem: 13.150 pontos, 2.850 a mais que o segundo colocado, o italiano Jannik Sinner, que soma 10.300.
A principal mudança no Top 10 foi a subida do australiano Alex de Minaur para a sexta posição, com 4.250 pontos. Ele ultrapassou Félix Auger-Aliassime (4.230) e Taylor Fritz (4.220).
Confira os dez primeiros do ranking:
1º - Carlos Alcaraz (ESP) – 13.150
2º - Jannik Sinner (ITA) – 10.300
3º - Novak Djokovic (SER) – 5.280
4º - Alexander Zverev (ALE) – 4.605
5º - Lorenzo Musetti (ITA) – 4.405
6º - Alex de Minaur (AUS) – 4.250
7º - Félix Auger-Aliassime (CAN) – 4.230
8º - Taylor Fritz (EUA) – 4.220
9º - Ben Shelton (EUA) – 4.050
10º - Alexander Bublik (CAS) – 3.405
Para João Fonseca, o Rio Open representa mais do que um torneio em casa: é a chance imediata de recuperar terreno no ranking e retomar espaço entre os principais nomes do circuito.

