
Uma acusação de importunação sexual marcou o BBB 26 no último domingo (18) e resultou na desistência imediata de um dos participantes. O caso veio à tona após a sister Jordana relatar aos colegas de confinamento que foi abordada sem consentimento dentro da casa.
Segundo o relato, a situação aconteceu quando Jordana perguntou onde estava um babyliss. Ao ir até a despensa, indicada pelo então brother, ela afirma ter sido pressionada contra a parede, com a mão do participante em seu pescoço, enquanto ele tentava beijá-la.
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URGENTE! A denúncia feita pela participante Jordana no BBB é gravíssima. Uma mulher relatando que sofreu um tipo de violência, com o ex-participante Pedro tentando forçar um beijo. Isso não é entretenimento, é crime. Assédio não é brincadeira e não pode ser normalizado.
— Fernanda Melchionna (@fernandapsol) January 19, 2026
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A sister contou que se sentiu desconfortável e intimidada, sem saber como reagir no momento. Ela também relatou que, ao sair do local, percebeu que o participante permaneceu observando sua reação, o que aumentou o constrangimento.
No confessionário, o brother admitiu a tentativa de beijo e disse ter interpretado de forma equivocada a situação. Ele afirmou que acreditou haver reciprocidade, o que, segundo ele próprio, “não era real”.
Horas depois, o participante apertou o botão de desistência e deixou o reality.
Polícia investiga o caso - Procurada, a Polícia Civil informou que o episódio está sendo investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. As imagens do programa serão analisadas e o ex-participante deverá ser chamado para prestar depoimento. As diligências seguem em andamento.
O que diz a lei - A apuração trata de um possível crime de importunação sexual, previsto no artigo 215-A do Código Penal, que ocorre quando alguém pratica ato de cunho sexual sem consentimento, com pena que pode variar de 1 a 5 anos de prisão.
De acordo com especialistas, desde 2018 esse tipo de crime independe da representação da vítima, ou seja, a investigação pode seguir mesmo que a pessoa envolvida decida não prosseguir com denúncia formal.
O inquérito segue com o investigado em liberdade e deve incluir a coleta de depoimentos, análise de imagens e, ao final, a decisão do Ministério Público sobre oferecimento ou não de denúncia.
Enquanto isso, Jordana permanece no programa e deve apenas acompanhar o andamento das investigações.

