
Luana Piovani usou as redes sociais para relatar um episódio que a deixou incomodada durante um passeio em um shopping do Rio de Janeiro. Na última terça-feira (20), a atriz afirmou ter sido fotografada por um paparazzo sem autorização e reagiu com críticas à abordagem, que classificou como cafona e sem relevância.
Nos stories publicados em seu perfil, Piovani contou que percebeu a presença do fotógrafo ao ouvir o barulho da câmera enquanto observava produtos em uma loja. Irritada, ela disse não entender por que ainda é alvo desse tipo de registro, mesmo após passar anos fora do Brasil.
“O Rio de Janeiro tem umas coisas muito cafonas. Estou saindo do shopping e você sabe o que renasceu aqui? A desgraça do paparazzo. Só escutei um cleck clek. Estava ali amarradona olhando as Havaianinhas, que a gente ama Havaiana, e tá o filho da p*** fazendo foto minha”, afirmou.
Na sequência, a atriz demonstrou indignação com o que considera um interesse desproporcional por sua rotina. Segundo Piovani, após sete anos morando fora do país, ela se surpreende ao ver que esse tipo de cobertura ainda existe.
“Não é possível. Tem sete anos que eu saí do Brasil e esses caras ainda dão esse tipo de notícia: Luana Piovani é vista saindo do cabeleireiro. Ah, puta que p****! O mundo está acabando aqui, Rio de Janeiro, tudo!”, disse.
Durante o desabafo, a atriz também ampliou a crítica ao comparar a atenção dada à sua vida pessoal com problemas mais graves enfrentados pelo país. Ela citou questões políticas e sociais e questionou o sentido de transformar situações banais em notícia.
“Tenho visto tanta coisa que o Brasil precisa resolver. Tem Congresso, aquela desgraça, esses extrema-direita só no fake news, é pastor comendo criancinha a torto e a direito. E aí o cara vem atrás de mim para falar que eu saí do shopping porque eu fui ao cabeleireiro. Não dá, né, gente? É muita cafonice”, afirmou.
Ao encerrar a sequência de vídeos, Luana Piovani direcionou críticas à atuação de paparazzi e sugeriu que esse tipo de abordagem não contribui para o jornalismo nem desperta respeito.
“Tem que falar para o paparazzo vender bolo no ponto de ônibus ou, então, trabalhar de flanelinha, porque se tem uma coisa que não dá respeito é você ser fofoqueiro ou paparazzo. Vai fotografar na praça, chama a família, oferece esse tipo de fotografia, registros, retratos”, concluiu.

