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ECONOMIA

Rolagem de swaps e exterior tranquilo garantem sexta queda seguida do dólar

16 maio 2017 - 17h05

Impulsionado pelo cenário externo e pela oferta de swaps do Banco Central, o dólar engatou nesta terça-feira, 16, a sexta sessão consecutiva de perdas ante o real, o que não acontecia desde o início de dezembro do ano passado. Participantes do mercado apontam que, se as reformas trabalhista e da Previdência continuarem caminhando bem, ainda há espaço para novas quedas da moeda.

O dólar à vista no balcão fechou em queda de 0,31%, a R$ 3,0970, acumulando perda de 3,10% nas últimas seis sessões e marcando o menor nível desde 4 de abril. Na mínima, bateu R$ 3,0881 (-0,60%), enquanto na máxima tocou R$ 3,1072 (+0,02%). O giro registrado na clearing de câmbio da B3 somou US$ 1,158 bilhão. No mercado futuro, o dólar para junho recuava 0,53% por volta das 17h15, a R$ 3,1085. O volume de negócios estava em US$ 13,819 bilhões. O dólar recuava ante a maioria das moedas emergentes e de países exportadores de commodities, como o rand sul-africano (-0,96%), o dólar canadense (-0,32%) e o peso mexicano (-0,45%).

O BC anunciou ontem que faria hoje leilão de venda de swaps cambiais. A autoridade colocou hoje 8 mil contratos. Se mantiver esse ritmo até o fim do mês, deve rolar integralmente o estoque que vence no primeiro dia útil de junho, de 88.700 contratos (US$ 4,435 bilhões), já que tem mais dez dias úteis até o fim de maio, desconsiderando a última sessão do mês, quando normalmente o BC não atua para não interferir na definição da Ptax mensal.

Os participantes também citam o otimismo com a reforma da Previdência, tendo em vista o empenho do governo Michel Temer nas negociações. A União está promovendo mudanças no Funrural para agradar a bancada ruralista e também trabalha na renegociação das dívidas dos municípios com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

No exterior, o dólar caiu após notícias ontem de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou informações confidenciais com a Rússia. Apesar de não ser algo ilegal, o caso se soma à demissão do diretor do FBI e eleva o coro por um impeachment do magnata. Além disso, dados piores do que o esperado sobre o setor imobiliário colaboraram para a queda da moeda norte-americana.

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