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19 de janeiro de 2026 - 12h30
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COMBUSTÍVEL

Pesquisa do Procon/MS mostra onde abastecer mais barato em Campo Grande

Levantamento aponta diferenças de até R$ 32 no tanque, dependendo da região e da forma de pagamento

19 janeiro 2026 - 10h30Carlos Guilherme
Pesquisa do Procon revela onde é mais barato abastecer em Campo Grande
Pesquisa do Procon revela onde é mais barato abastecer em Campo Grande - (Foto: ABrasil)

Abastecer em Campo Grande pode custar bem menos, dependendo do bairro e da forma de pagamento escolhida. Uma nova pesquisa do Procon Mato Grosso do Sul (Procon/MS) divulgada hoje (19) identificou diferenças significativas nos preços dos combustíveis e passou a indicar as regiões da Capital onde o motorista encontra os menores valores.

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O levantamento analisou preços em 35 postos, distribuídos pelas sete regiões administrativas da cidade. A principal novidade é o cálculo da economia com base em abastecimento de 50 litros, facilitando a comparação e ajudando o consumidor a decidir onde vale mais a pena parar.

Onde a economia é maior - As maiores variações de preços foram registradas nas regiões do Imbirussu e da Bandeira. No pagamento com cartão de crédito, a gasolina comum apresentou diferença de até 10,94% no Imbirussu. Já o diesel S10 teve variação de 9,58% na região da Bandeira.

Na prática, isso representa uma economia de:

até R$ 32 na gasolina comum no Imbirussu

R$ 25 na região da Bandeira

R$ 22 no Prosa

R$ 21 no Anhanduizinho

R$ 20 nas regiões do Lagoa e do Segredo

R$ 1,50 no Centro

Etanol também tem diferença no preço

Para quem utiliza etanol comum, as variações também impactam o bolso. No pagamento a crédito, a economia pode chegar a:

R$ 15,50 na região do Lagoa

R$ 15 no Segredo

R$ 13 no Bandeira

R$ 12 no Centro e no Imbirussu

R$ 11 no Anhanduizinho

R$ 6 no Prosa

Segundo o Procon, esses dados permitem que o consumidor avalie em qual ponto do trajeto diário é mais vantajoso abastecer, sem precisar mudar completamente a rotina.

De acordo com a superintendência do órgão, os preços podem oscilar, mas o levantamento funciona como uma ferramenta prática de orientação, principalmente em períodos de alta nos combustíveis.

Os dados foram coletados nos dias 12 e 13 de janeiro de 2026. A pesquisa inclui cinco tipos de combustíveis e três formas de pagamento (dinheiro, débito e crédito), com cinco postos analisados em cada região da cidade.

Entre os combustíveis monitorados, o Gás Natural Veicular (GNV) segue como exceção. Há seis meses, o preço do metro cúbico permanece estável, com média de R$ 4,62 em Campo Grande. Confira a pesquisa de preço nesse link.

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