
Abastecer em Campo Grande pode custar bem menos, dependendo do bairro e da forma de pagamento escolhida. Uma nova pesquisa do Procon Mato Grosso do Sul (Procon/MS) divulgada hoje (19) identificou diferenças significativas nos preços dos combustíveis e passou a indicar as regiões da Capital onde o motorista encontra os menores valores.
O levantamento analisou preços em 35 postos, distribuídos pelas sete regiões administrativas da cidade. A principal novidade é o cálculo da economia com base em abastecimento de 50 litros, facilitando a comparação e ajudando o consumidor a decidir onde vale mais a pena parar.
Onde a economia é maior - As maiores variações de preços foram registradas nas regiões do Imbirussu e da Bandeira. No pagamento com cartão de crédito, a gasolina comum apresentou diferença de até 10,94% no Imbirussu. Já o diesel S10 teve variação de 9,58% na região da Bandeira.
Na prática, isso representa uma economia de:
até R$ 32 na gasolina comum no Imbirussu
R$ 25 na região da Bandeira
R$ 22 no Prosa
R$ 21 no Anhanduizinho
R$ 20 nas regiões do Lagoa e do Segredo
R$ 1,50 no Centro
Etanol também tem diferença no preço
Para quem utiliza etanol comum, as variações também impactam o bolso. No pagamento a crédito, a economia pode chegar a:
R$ 15,50 na região do Lagoa
R$ 15 no Segredo
R$ 13 no Bandeira
R$ 12 no Centro e no Imbirussu
R$ 11 no Anhanduizinho
R$ 6 no Prosa
Segundo o Procon, esses dados permitem que o consumidor avalie em qual ponto do trajeto diário é mais vantajoso abastecer, sem precisar mudar completamente a rotina.
De acordo com a superintendência do órgão, os preços podem oscilar, mas o levantamento funciona como uma ferramenta prática de orientação, principalmente em períodos de alta nos combustíveis.
Os dados foram coletados nos dias 12 e 13 de janeiro de 2026. A pesquisa inclui cinco tipos de combustíveis e três formas de pagamento (dinheiro, débito e crédito), com cinco postos analisados em cada região da cidade.
Entre os combustíveis monitorados, o Gás Natural Veicular (GNV) segue como exceção. Há seis meses, o preço do metro cúbico permanece estável, com média de R$ 4,62 em Campo Grande. Confira a pesquisa de preço nesse link.

