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07 de janeiro de 2026 - 00h28
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ECONOMIA

Mercado mantém previsão da Selic em 12,25% para 2026, aponta Focus

Taxa básica de juros é definida pelo Banco Central e influencia crédito, inflação e consumo

5 janeiro 2026 - 07h50Cícero Cotrim
Selic é definida pelo Banco Central e influencia juros cobrados em empréstimos e financiamentos
Selic é definida pelo Banco Central e influencia juros cobrados em empréstimos e financiamentos - (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)

A previsão do mercado financeiro para a taxa básica de juros no Brasil permaneceu estável para o fim de 2026. De acordo com o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central, a mediana das projeções para a Selic no encerramento daquele ano continua em 12,25%, mesmo patamar registrado há um mês.

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Ao considerar apenas as 39 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, houve leve recuo na projeção, que passou de 12,13% para 12,0%, indicando uma expectativa pontual de juros um pouco menores entre os analistas mais recentes.

Atualmente, a Selic está fixada em 15% ao ano, após decisão do Comitê de Política Monetária tomada no último dia 10. Foi a quarta reunião consecutiva em que o colegiado optou por manter a taxa no mesmo nível. A decisão seguiu exatamente a mediana das projeções do Focus para o fim de 2025, que se mantém em 15% há 24 semanas.

A Selic é a principal taxa de juros da economia brasileira e serve como referência para empréstimos, financiamentos, aplicações financeiras e para o controle da inflação. Quando está elevada, o crédito tende a ficar mais caro e o consumo desacelera, enquanto taxas menores costumam estimular a atividade econômica.

Na ata da reunião, o Copom afirmou que a manutenção da taxa em patamar elevado por um período prolongado é considerada adequada para garantir que a inflação volte a convergir para a meta definida pelo Conselho Monetário Nacional.

Para os anos seguintes, o relatório não trouxe mudanças. A mediana das projeções para o fim de 2027 segue em 10,50% pela 47ª semana consecutiva, sinalizando uma expectativa de queda gradual dos juros ao longo do tempo. Já a estimativa para o fim de 2028 permaneceu em 9,75%, acima do patamar observado há um mês, quando a mediana era de 9,50%.

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