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10 de fevereiro de 2026 - 19h02
JORNADA DE TRABALHO

Gleisi Hoffmann defende rapidez no debate sobre fim da escala 6x1 na Câmara

Ministra afirma que modelo atual prejudica trabalhadores e cobra avanço na qualidade de vida

10 fevereiro 2026 - 17h30Victor Ohana
A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. - (Foto: Imagem Ilustrativa/A Critica)

A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, defendeu nesta terça-feira (10) a aceleração do debate sobre a redução da jornada de trabalho no Brasil. A declaração foi feita durante sessão solene na Câmara dos Deputados em comemoração aos 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT).

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Segundo Gleisi, a manutenção da escala 6x1 não se sustenta mais no atual cenário do mercado de trabalho. Para a ministra, o modelo impacta de forma mais severa as mulheres, especialmente aquelas que enfrentam dupla jornada entre trabalho e responsabilidades domésticas.

A ministra afirmou que o tema precisa ser discutido com rapidez e determinação tanto no Congresso Nacional quanto na sociedade. Para ela, a mudança é parte de um processo mais amplo de valorização do trabalhador.

Durante o discurso, Gleisi também destacou que uma das marcas do atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. Segundo a ministra, após os avanços na política de renda, o foco agora deve se voltar à melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores.

Gleisi reforçou que o momento exige mobilização política para defender essas pautas consideradas prioritárias pelo governo.

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da redução da jornada de trabalho pode ocorrer em maio deste ano. A declaração foi feita durante participação virtual em evento realizado em São Paulo.

Na segunda-feira (9), Motta encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) a PEC apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP). Após a análise da admissibilidade, o texto deve ser debatido em uma comissão especial antes de seguir para votação no plenário da Câmara.

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