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20 de janeiro de 2026 - 17h38
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COMBUSTÍVEL

Gasolina sobe no início de 2026 e ICMS puxam alta nos preços dos combustíveis

Reajuste do imposto elevou gasolina, diesel e até o etanol, que não teve mudança de alíquota

20 janeiro 2026 - 15h45Denise Luna
Reajuste do ICMS impulsiona alta nos preços da gasolina e do diesel no início de 2026
Reajuste do ICMS impulsiona alta nos preços da gasolina e do diesel no início de 2026 - (Foto: ABrasil)

O preço da gasolina começou 2026 em alta no Brasil. Em apenas duas semanas, o valor médio do litro subiu 1,6%, passando de R$ 6,31 para R$ 6,41, reflexo direto do reajuste do ICMS e de um movimento generalizado de aumento nos combustíveis em todo o país.

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O aumento da gasolina foi registrado entre a última semana de dezembro e a segunda semana de janeiro, segundo o Monitor de Preço de Combustível, levantamento mensal elaborado pela Veloe em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O cenário marca um início de ano mais caro para motoristas e transportadores.

A principal razão para a alta foi a mudança no ICMS, que entrou em vigor em 1º de janeiro. A alíquota da gasolina passou para R$ 1,57 por litro, um reajuste de 6,8%. No caso do diesel, o imposto subiu de R$ 1,12 para R$ 1,17 por litro, aumento de 4,4%.

Entre os estados, o Rio Grande do Norte registrou o maior avanço no preço da gasolina, com alta de 9,9%, o que representa acréscimo de R$ 0,59 por litro. Em seguida aparecem o Amapá, com aumento de 4,3% (+R$ 0,26), e Santa Catarina, onde o preço subiu 3% (+R$ 0,19).

O diesel S-10 também ficou mais caro no período, com elevação média de R$ 0,03 por litro, alta de 0,53%. Novamente, o Rio Grande do Norte liderou o aumento, com 5,8% (+R$ 0,35), seguido por Amapá (5,2% ou +R$ 0,34) e Roraima (3,3% ou +R$ 0,22).

Mesmo sem reajuste de ICMS, o etanol também teve aumento para o consumidor. O preço médio subiu 2% no país, cerca de R$ 0,09 por litro, influenciado por fatores sazonais. O maior salto foi registrado no Rio Grande do Norte, onde o combustível ficou 18,7% mais caro (+R$ 0,86). Pernambuco aparece na sequência, com alta de 8,5% (+R$ 0,39), seguido por Tocantins, com aumento de 6,6% (+R$ 0,33).

O levantamento aponta que o início de 2026 foi marcado por pressão sobre os preços dos combustíveis, cenário que impacta diretamente o custo de vida e o transporte de cargas em todo o país.

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