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ECONOMIA

Exterior e realização de lucros garantem segundo dia de queda ao dólar

11 maio 2017 - 16h57

O dólar seguiu sua trajetória iniciada ontem e recuou ante o real, em dia de fraqueza generalizada da moeda americana no exterior e continuidade de avanço das commodities. Segundo operadores de mercado, os dois dias refletiram também realização de lucros, após o texto da reforma da Previdência ser aprovado na Comissão Especial da Câmara sem mudanças significativas.

"Com os receios de que poderia haver várias concessões no texto da Previdência, os investidores partiram para proteção na semana passada. Isso formou 'gordura' e agora, com a sinalização de que a reforma vai passar sem grandes mudanças, muita gente, principalmente especuladores, estão vendendo para realizar", explicou Tarcísio Rodrigues, diretor de câmbio do Banco Paulista.

O dólar à vista no balcão terminou o pregão em baixa de 0,70%, a R$ 3,1455 - o menor nível desde 24 de abril - após atingir máxima do dia a R$ 3,1687 (+0,02%) e mínima a R$ 3,1440 (-0,75%). O giro registrado na clearing de câmbio da B3 foi de US$ 1,31 bilhão. No mercado futuro, o dólar para junho perdia 0,74% por volta das 17h15, a R$ 3,1610. O volume de negócios somava US$ 14,7 bilhões.

Ainda internamente, a queda nas vendas no varejo e o IPCA fraco de ontem tiveram influência na retração do dólar, uma vez que ambos os resultados contribuem para a percepção de corte maior na Selic.

A desvalorização da moeda americana no exterior também refletiu no mercado interno. Destaque para a retração do dólar ante a maioria das moedas emergentes e ligadas a commodities. A única exceção foi em relação ao dólar canadense, cuja moeda caiu com força depois que a agência de classificação de risco Moody's rebaixou o rating de seis bancos do país devido a possibilidade de inadimplência de empréstimos imobiliários.

A melhora dessas divisas veio em linha com a performance do petróleo, que continuou a subir com a queda nos estoques da matéria-prima nos EUA, impulsionando também os metais.

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