20 de janeiro de 2021 Grupo Feitosa de Comunicação
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Economia

Comércio comprova aquecimento: acabou novamente verba do FCO

Luiz Fernando Buainain, presidente da ACICG
Luiz Fernando Buainain, presidente da ACICG

No dia 29 de maio passado, o diretor do Departamento de Promoção de Investimentos do Ministério da Integração Nacional, Frederico Vitório Valente, comunicou ao presidente da Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG), Luiz Fernando Buainain, que a Medida Provisória 432 contendo o aumento do limite de financiamentos do FCO – Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste para os setores de comércio e serviços acabara de ser publicada no Diário Oficial da União. O limite subiu de 10% para 20%, com a possibilidade de chegar a 30% dependendo da demanda de cada estado.
“Essa foi uma grande vitória do setor produtivo de Mato Grosso do Sul”, disse Luiz Fernando Buainain. “O governo da União entendeu que havia realmente a necessidade desse aumento de limite, dobrando a capacidade de investimentos oficiais nos setores de comércio e serviços”, completou Buainain, considerando que a pressão exercida pelos empresários de MS, liderados pela Associação Comercial, foi decisiva nesse processo.

Uma semana antes, em exposição durante painel de debates na ACICG, o superintendente do Banco do Brasil, José Carlos Batista Neves – Caio Neves – afirmava que “O FCO é o financiamento ideal para estimular as atividades produtivas da região”. Para ele, “A liberação de recursos do FCO está muito mais desburocratizada, mais dinâmica, atende plenamente os anseios dos empresários”. O governo destinava para MS mais R$ 74,5 milhões em recursos através do FCO, para investimentos nos setores de comércio e serviços.

NOVA BATALHA - Comprovando que o setor comercial está superaquecido em MS, com destaque especial para Campo Grande, há cerca de 10 dias a superintendência do Banco do Brasil informou à ACICG que não havia mais recursos disponíveis do FCO para o Estado.

“O governo da União entendeu que havia realmente a necessidade desse aumento de limite, dobrando a capacidade de investimentos do FCO no setor comercial, mas infelizmente essa verba esgotou-se rapidamente, prova inconteste de que o segmento está em franca expansão”, comentou o presidente Luiz Fernando Buainain.

A partir do próximo exercício o limite do setor passa a ser de 20% da verba total e para aumentar um pouco mais haverá necessidade de uma nova lei regulamentando a questão. Há demanda para isso, fato que está sendo comprovado atualmente.

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