31 de outubro de 2020 Grupo Feitosa de Comunicação
(67) 99974-5440
(67) 3317-7890
Campanha Bonito Seguro - Fase 2
PARAGUAI

Com 5 mil demissões e 60% das lojas fechadas na fronteira, trabalhadores fazem protesto na fronteira

Protesto organizado pela Câmara de Comércio do município qiue faz divisa com Ponta Porã pede a reabertura das lojas e permissão de retorno de turistas

22 setembro 2020 - 09h59Rosana Siqueira
Trabalhadores demitidos fazem protesto na fronteira
Trabalhadores demitidos fazem protesto na fronteira - (Foto: Divulgação/MS em Foco)
Fort  Atacadista - 21 ANOS

Trabalhadores que foram demitidos em vários comércios de Pedro Juan Caballero fiazem pela manhã de hoje (22) protestos na Linha Internacional do lado paraguaio da fronteira. O protesto é organizado pela Câmara de Comércio de Pedro Juan Caballero pedindo a reabertura da fronteira para o trânsito de pessoas e principalmente turistas. Os manifestantes se concentram em frente a Alfândega e na porta da Administração de Navegação e Portos. Logo pela manhã policiais conversaram com as pessoas e disseram que não iriam permitir que o acesso aos dois locais fossem impedido.

Entre os manifestantes estão cerca de 700 trabalhadores que foram demitidos nesta semana do Grupo Maxi que fechou três lojas que mantinha em Pedro Juan Caballero e todos foram dispensados. Nos últimos 7 meses mais de 60% dos postos de serviço foram fechados no comércio da cidade causando desemprego nos dois lados da fronteira. A estimativa é de que 5 mil empregos foram perdidos.

Na semana passada o governo paraguaio começou a estabelecer um protocolo de comércio entre os países vizinho e foi cogitada inclusive a abertura da Ponte da Amizade entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu (PR) e comerciantes de outras cidades que não seriam beneficiados com a medida protestaram. A medida não agradou também os comerciantes de Ciudad del Este que também realizam um protesto nesta manhã pedindo a reabertura imediata das fronteiras.

De acordo com o presidente da Câmara de Comércio de Pedro Juan Caballero, Victor Barreto haverá sim bloqueios impedindo a entrada e a saída de mercadorias. “Se as grandes empresas internacionais podem trabalhar, porque nós, pequenos e médios comerciantes não podemos manter nossas empresas funcionando, gerando emprego e renda”, disse ele antes de seguir para a Administração de Navegação e Portos que teve os portões fechados pelos manifestantes.

O governo do Paraguai ainda não fez nenhum comunicado sobre a manifestação que ocorre em Pedro Juan e Ciudad del este nesta terça-feira. Com informações do Jornal MS em Foco.

Banner Whatsapp Desktop
MS Digital
PMCG