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ECONOMIA

AIE reitera previsão para 2020 de queda na oferta global de petróleo

O resultado do mês passado, de acordo com a entidade que tem sede em Paris, reflete o corte voluntário de abastecimento de 1 milhão de bpd feito pela Arábia Saudita

13 agosto 2020 - 07h05
Em comparação, a Arábia Saudita registrará um declínio de 700 mil bpd e a Rússia, de 1,4 milhão de bpd.
Em comparação, a Arábia Saudita registrará um declínio de 700 mil bpd e a Rússia, de 1,4 milhão de bpd. - ( Foto: Divulgação/ Internet)

Apesar de ter registrado um aumento de 2,5 milhões de barris por dia (bpd) na oferta global de petróleo em julho, para 90 milhões de bpd, a Agência Internacional de Energia (AIE) manteve a expectativa de queda de 7,1 milhões na produção mundial deste ano. O resultado do mês passado, de acordo com a entidade que tem sede em Paris, reflete o corte voluntário de abastecimento de 1 milhão de bpd feito pela Arábia Saudita, o fato de os Emirados Árabes Unidos terem excedido sua meta acordada com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) e o início da recuperação da produção dos Estados Unidos.

Em julho, o suprimento de commodity pela Arábia Saudita cresceu 890 mil bpd, para 8,44 milhões de bpd. A produção do país registrou o aumento depois de passar pela menor marca de atividade em 18 anos em junho.

O resultado do mês passado foi 1,2 milhão de bpd inferior ao do ano anterior. A meta de abastecimento do país para agosto é "tímida", de acordo com a AIE, de 9 milhões de bpd, o que implicaria um aumento de 550 mil bpd na produção.

Riad, enfatizou o relatório mensal da agência divulgado nesta quinta-feira, sinalizou que seus embarques para os mercados mundiais permanecerão em níveis semelhantes aos de julho. "Embora a Opep+ reduza em quase 2 milhões de bpd sua atividade este mês e outros produtores restaurem o volume combinado, a compensação pela produção anterior da Opep+ pode manter o fornecimento mundial estável em agosto", considerou a instituição.

Quanto aos Estados Unidos, a AIE considerou que, mesmo supondo que a oferta se recupere da baixa de maio, ainda deve registrar a maior perda entre todos os produtores até o final de 2020, caindo 2,2 milhões de bpd. Em comparação, a Arábia Saudita registrará um declínio de 700 mil bpd e a Rússia, de 1,4 milhão de bpd.

"Essas reduções significativas dos três maiores produtores mundiais ajudarão a reduzir a oferta global em até 7,1 milhões de bpd, em média, em 2020, antes de uma recuperação modesta de 1,6 milhão de bpd em 2021", reforçou a entidade.

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