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Câmara

Acessibilidade: Grazielle Machado defende ações de conscientização

31 dezembro 1969 - 21h00

Na semana que retorna de sua licença médica, vítima de fratura no calcanhar ao cair em uma calçada irregular na região central de Campo Grande, a líder do Partido da República na Câmara, vereadora Grazielle Machado aproveitou a visita da Profª Rosana Puga Moraes Martinez, presidente da Associação de Doenças Neuromusculares de MS para levantar a discussão sobre acessibilidade nas ruas, calçadas e prédios de Campo Grande.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) existem cerca de 600 milhões de pessoas que apresentam algum tipo de deficiência em todo o mundo, ou seja, 10% de toda a população mundial. No Brasil, essa porcentagem é ainda maior. O último censo realizado pelo IBGE, no ano de 2000, apurou que há no país cerca de 25 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de deficiência. Em Campo Grande não é diferente.

O blog acessibilidade na prática, coordenado por profissionais das areas de arquitetura, engenharia e portadores de necessidades especiais divulga opiniões e experiências em Campo Grande. Em recente pesquisa sobre a situação das calçadas em Campo Grande, o grupo relatou que atualmente as regras de rebaixamento de calçadas, largura mínima de passeios públicos sem interferência de obstáculos, lixo e entulho que prejudicam a travessia e a interferência de vegetação e placas são algumas das falhas encontradas nas ruas 13 de maio, Eduardo Santos Pereira, Antonio Maria Coelho, Maracaju, Barão do Rio Branco, Candido Mariano e Mato Grosso, Afonso Pena e Ernesto Geisel. “Não desejamos, como algumas pessoas nos dizem, desmanchar nossa cidade e construir uma nova, mas despertar o interesse pelo assunto, para que busquem informações antes de realizarem qualquer reforma”, lamentou Frederico Rios.

Para Grazielle, o Poder Público deveria promover ações de conscientização, mas acima de tudo, priorizar a execução de projetos e propostas que já foram desenvolvidas pela Câmara e por entidades que há anos batalham para diminuir esses números. Para exemplificar sua ideia, Grazielle lembrou que o atual prédio da Prefeitura não atende a nenhuma regra de acessibilidade.

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