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TECNOLOGIA

Cirurgia sem transfusão de sangue é um método comprovadamente eficaz para o paciente

9 abril 2019 - 13h10 Por Da Redação

Poucas pessoas sabem, mas existem métodos eficazes para cirurgias sem a transfusão de sangue. O médico e pesquisador e membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e Society For Advancement Of Blood Management (SABM), Igor Alexander de Souza, em entrevista ao programa “Giro Estadual de Notícias” desta terça-feira (9), falou sobre as novas tecnologias e alternativas clínicas e cirúrgicas sem o uso de sangue. “Muito mais que uma alternativa, hoje é um protocolo aprovado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). São processos que tem base cientifica, mostrando que quando reduzimos ao mínimo as necessidades de transfusões em cirurgia e em diversos quadros clínicos, existe uma melhora da sobrevida e uma redução de custos e complicações”, diz o médico que complementa informando que o método hoje não é mais uma “alternativa”, e que atualmente é conhecido amplamente pelos seus benefícios.

O médico explica sobre existir as possibilidades de as transfusões serem prejudiciais ocasionando até a morte. “Na década de 50, 60, as transfusões eram realizadas com o intuito de salvar as vidas dos pacientes, seja de trauma, ou de grandes cirurgias ortopédicas cardíacas e o médico tinha que repor o sangue, pois o organismo não sobrevive a essas condições. Mas com o tempo foi aprendido que a melhor forma de repor o sangue perdido, é extrair e introduzir o sangue do próprio paciente. Com relação ao sangue de outra pessoa transplantada para o paciente, há evidencias cabais de que traz uma série de complicações e até mesmo a morte”.

Sobre as causas, pós uma transfusão, o médico é objetivo e cita as principais causas. “As transfusões de sangue representam um transplante de um órgão de uma pessoa em outra pessoa diferente, que vai produzir rejeição e alergias. As transfusões ainda demonstram produzir um fenômeno chamado ‘monumodulação’. Isto faz com que as defesas do organismo contra infecções e até mesmo o câncer, sejam reduzidos, aumentando as incidências de infecções hospitalares graves e uma clara co-relação de mortalidade”, afirma o médico.

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