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ECONOMIA

Agronegócio de MS é mola propulsora da economia mesmo na pandemia do coronavírus

8 junho 2020 - 08h47 Por Rosana Siqueira

O agronegócio continua sendo a mola propulsora da economia sul-mato-grossense mesmo na pandemia do coronavírus. Neste ano, mesmo com previsão de produzir menos milho na segunda safra 2019/2020, em relação ao ciclo anterior, os preços prometem bons ganhos para os produtores. É o que apontam os dados coletados pelo Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (SIGA/MS), após análise das lavouras realizadas no início na segunda quinzena de maio, sinalizando uma redução de área, produtividade e produção, agora estimada em 8,21 milhões de toneladas, 32,5% menor que a safra 2018/2019. Os números foram confirmados hoje pelo presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), André Dobashi, que participou nesta segunda-feira (9) do Giro Estadual de Notícías. Ele destaca que o início oficial da colheita será no final de junho.

Segundo ele vários fatores foram analisados para se chegar a essa conclusão. "As equipes de campo da Aprosoja/MS identificaram que houve opção por outras culturas, como milheto, sorgo, trigo e pastagem como uma cobertura para segunda safra. Além disso, os indicativos de que haveria uma possibilidade de geada em final de junho, em conjunto com o atraso na colheita da soja, levaram a uma falta de estímulo ao plantio do milho na segunda safra d o Estado, o que levou a uma redução da área estimada para 1.9 milhão de hectares, ao invés dos 1.977 milhão anteriormente divulgados".

Dobashi explicou que o grosso da colheita será no final de junho. "Alguns produtores anteciparam por causa do plantio adiantado, mas é muito pontual . A maioria das lavouras ainda está em fase de maturação e enchimento de grãos", salientou Dobashi.

Com relação aos preços, o presidente da Aprosoja lembra que Mato Grosso do Sul teve, uma majoração positiva na saca do milho que varia de R$ 35 a R$ 37. "É importante destacar que o preço praticado somente está nesses patamares pela baixa dos estoques físicos do produto no mercado, dada a elevada exportação no ano de 2019, que chegou a 400%", enfatizou Dobashi.

A alta na exportação acaba valorizando o produto e mantém o agronegócio como mola propulsora da economia mesmo na pandemia. "A colheita da segunda safra tem preços muito bons. A a alta na exportação deve se manter, valorizando a produção", finalizou.

O presidente da Apreosoja ainda falpou sobre as medidas de biossegurança para o escoamento da safra. A entrevista completa você confere no player.

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