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'A experiência como parlamentar, disputa ao governo e prefeito bem avaliado me credenciam a buscar essa vaga do Senado'

Estamos esperando o ‘time’ do calendário eleitoral para poder registrar a candidsatura, que é 15 de agosto para o registro e 5 de agosto para as convenções

13 abril 2018 - 23h01Alberto Gonçalves
Estamos esperando o ‘time’ do calendário eleitoral para poder registrar, que é 15 de agosto para o registro e 5 de agosto para as convenções
Estamos esperando o ‘time’ do calendário eleitoral para poder registrar, que é 15 de agosto para o registro e 5 de agosto para as convenções - A Crítica

O ex-prefeito de Campo Grande e atual presidente estadual do PTB em Mato grosso do Sul, o médico urologista Nelson Trad Filho, já se lançou como pré-candidato à disputa pelo partido a uma das vagas ao Senado pelo Estado.

Nelsinho Trad comentou que a definição de seu nome para a disputa deverá ser homologada pela sigla, provavelmente em agosto. A previsão também leva em conta a realização da Copa do Mundo e a suposta “ paralisação “ dos assuntos políticos.

Ex-prefeito da Capital por dois mandatos seguidos, Nelsinho disse que se for o escolhido da população sul-mato-grossense vai realizar um mandato municipalista, na busca de soluções para as cidades do Estado.

Embora tenha sido prefeito de Campo Grande, Trad lembra que durante a campanha para governo do Estado em 2014, quando foi um dos candidatos, viajou por todo o Estado e conheceu muito dos problemas enfrentados pela população.

Acompanhe a entrevista:

A Crítica – Após a campanha de 2014, o senhor assumiu a direção do PTB no Estado e tem se dedicado um pouco mais à medicina. Nesta eleição o senhor volta à política diretamente?

Nelsinho Trad – Sim. Estamos com nossa pré-candidatura ao Senado da República estruturada em praticamente todos os municípios do nosso Estado. O foco é de também auxiliar a chapa de deputado federal e estadual, para que possamos ter em nível partidário nossa representação tanto na Assembleia Legislativa, quanto no Congresso Nacional.

A Crítica – Em termos partidários, o PTB já tem uma definição se terá chapa única ou fará coligação?

Nelsinho Trad – Essa questão de organizar as chapas vamos deixar para depois da Copa do Mundo. Isso porque agora é o momento de fazer a ‘peneirada’ de todos os filiados que entraram no partido e ver quem está habilitado para poder concorrer aos cargos, tanto para deputado estadual como federal. Na questão majoritária para o Senado, já definimos que será o meu nome como pré-candidato. As outras chapas, provavelmente vamos coligar, porque não temos número suficiente para apresentar uma chapa competitiva para a sociedade.

A Crítica – Anteriormente, o senhor e seus dois irmãos, o prefeito Marquinhos e deputado federal Fábio, pertenciam à mesma sigla. Agora modificou. Isso enfraquece o grupo?

Nelsinho Trad – Não. Isso foi uma estratégia para que cada um pudesse trilhar o seu caminho. Mas na hora de se organizar para fazer um enfrentamento, vamos unidos. Quem aposta na desunião do nosso grupo político vai perder e perder feio. Vamos unidos apoiar um candidato a governador, unidos no apoio ao candidato para o Senado e da mesma maneira batalhar pelas nossas chapas a candidatos a deputado estadual e federal.

A Crítica – Falando em união, recentemente houve certo impasse com o ex-governador André Puccinelli. Nesta situação, o PTB, no qual o senhor é presidente, ainda poderá coligar na chapa do ex-governador?

Nelsinho Trad – Essa questão está superada. Não fico olhando para trás, gosto de olhar para frente. Até porque elevei meu espírito exercitando muito o dom do perdão. Então, o que eu passei lá atrás que pode ter me magoado, chateado, de gente que não agiu como deveria ter agido conosco, isso para mim são águas passadas. Não movem moinho, como o diz o ditado.

Estamos conversando principalmente com o governador Reinaldo Azambuja no sentido de formatar nossa aliança nesse campo político.

A Crítica – Nesta eleição serão dois candidatos escolhidos ao Senado. Deverá ser uma candidatura mais acirrada. Como o senhor espera que seja essa disputa?

Nelsinho Trad – Não existe disputa política fácil. Vai ser uma disputada acirrada. Mas temos uma experiência de ter sido vereador, deputado estadual, prefeito da Capital muito bem avaliado, onde realizamos mais mil obras. Fui candidato a governador. Percorri esse Estado todo, mesmo não tendo sido vitorioso, me ensinou muito essa campanha. E esse recall e o privilégio de ter essa experiência me credenciam a buscar essa vaga do Senado. Então estou em um discurso municipalista. Quero valorizar os municípios, porque os problemas acontecem nos municípios. Isso tem ecoado, tem havido ressonância por parte do leitorado. Tanto é que nas pesquisas de opinião sempre estamos bem colocados.

A Crítica – Para que o leitor tenha uma idéia, quantos votos no mínimo o senhor precisa para estar briga pela vaga do Senado?

Nelsinho Trad – Em relação ao número de votos, é um pouco relativo. Vai depender do número de pessoas que vão votar, número de abstenções, votos em branco, nulo. Mas em termos percentuais, se o candidato atingir de 30 a 40% acho que um das vagas ele consolida.

A Crítica – Com menos tempo de propaganda e menos dinheiro, esta eleição deverá ser ainda mais difícil?

Nelsinho Trad – A classe política está desgastada, não adianta dizer que não está, porque na verdade ela está desgastada. As pessoas estão com pé atrás nesse sentido, mas terá de haver um bom convencimento, uma boa identidade entre o eleitor e o candidato. A confiança deve ir para aqueles que realmente fizeram e prestaram um bom serviço à população. Alguém terá que ser escolhido. Quem vai lá participar, votar, escolhe alguém. E a gente espera que nesse contexto possamos nos destacar em relação aos demais pré-candidatos.

A Crítica – A definição da sua candidatura será homologada quando? Já tem a data da convenção?

Nelsinho Trad – Nossa definição está tomada. Estamos esperando o ‘time’ do calendário eleitoral para poder registrar, que é 15 de agosto para o registro e 5 de agosto para as convenções. Agora vem a Copa do Mundo e vai dar uma esfriada, porque as atenções vão se voltar para a Seleção Brasileira de Futebol e o nosso País gosta muito dessa questão. Após a Copa vamos intensificar as ações na área política.

Clique no botão PLAY, no centro da imagem acima, e confira a entrevista

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