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EPIDEMIA

Corretores de imóveis incentivam combate ao Aedes Aegypti

De acordo com dados do levantamento rápido de índices para Aedes Aegypti (liraa), Campo Grande tem 23 bairros em estado de alerta.

7 dezembro 2015 - 11h10Da redação com informações da assessoria
O check list de medidas de prevenção para você fazer em casa está disponível para downloads no site do Creci/MS.
O check list de medidas de prevenção para você fazer em casa está disponível para downloads no site do Creci/MS. - Divulgação
HVM

O combate de toda a sociedade não deve ser apenas contra a doença dengue, o foco é o mosquito Aedes Aegypti. Isso por que o mesmo inseto que transmite a dengue é responsável por transmitir também a febre chikungukya e agora o Zica Vírus. Alguns fatores contribuem para tornar o Aedes Aegypti um agente tão eficiente para a transmissão desses vírus. Entre eles estão, segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, a capacidade de se adaptar e a proximidade do homem. O Aedes Aegypti é, geralmente, diurno: prefere sair em busca de sangue pela manhã ou no fim da tarde, evitando os momentos mais quentes do dia.

E os corretores de imóveis do Creci/MS são convocados pelo presidente Delso José de Souza a combater este inimigo, “Nós corretores visitamos casas a venda ou para aluguel todos os dias. E geralmente nessas casas tem objetos que podem se tornar um local de proliferação do mosquito, assim como toda a população é convidada a cuidar dos quintais das suas casas, eu convido os corretores de imóveis para que cada visita avaliem os quintais das casas dos clientes e desfaça estes possíveis focos e sempre com o ckeck list em mãos, é um ótimo guia para combater o mosquito transmissor de tantos vírus”, explica o presidente do Creci/MS, Delso José de Souza. O check list está disponível para downloads no site www.crecims.com.br 

De acordo com dados do levantamento rápido de índices para Aedes Aegypti (liraa), Campo Grande tem 23 bairros em estado de alerta. O bairro Noroeste e Jardim Veraneio estão em primeiro lugar registrando o nível mais alto. 

Considerado uma das espécies de mosquito mais difundidas no planeta pela Agência Européia para Prevenção e Controle de Doenças, o Aedes Aegypti – nome que significa "Odioso do Egito" – é combatido no país desde o início do século passado. A partir de meados dos anos 1990, com a classificação da dengue como doença endêmica, passou a estar anualmente em evidência. Isso ocorre principalmente com a chegada do verão, quando a maior intensidade de chuvas favorece a reprodução do mosquito.

Agora, um novo sinal de alerta vem da epidemia de Zika, uma doença com sintomas semelhantes aos da dengue, em curso desde o meio do ano. Foi confirmado pelo Governo Federal que o Zika vírus está ligado a uma má-formação no cérebro de bebês, a microcefalia, que já teve neste ano ao menos 1.248 casos registrados em 311 municípios em 14 Estados, a maioria deles no Nordeste.

 Zica vírus
A pessoa contaminada com o vírus Zica sente sintomas parecidos com a dengue como dor nas articulações até mesmo com inchaço, dores musculares, febre, muita dor de cabeça e atrás dos olhos, manchas vermelhas na pele acompanhadas de coceira. A prevenção é a mesma, limpar o quintal e se proteger do mosquito. O uso de repelente também é indicado e no caso das grávidas o cuidado precisa ser ainda mais intensificado.

A gestante infectada pelo vírus transmite para feto e isso afeta diretamente a formação da criança. O Ministério da Saúde chegou a orientar a população para que as mulheres evitem engravidar neste período até que os órgãos competentes saibam enfrentar este surto de casos do Zica vírus.

Febre chikungukya
De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), são 8 casos de febre chikungunya confirmados este ano. Seis em Corumbá, um em Campo Grande e um em Dourados.

Dengue
De acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pelas SES, já são 14 mortes confirmadas por dengue. Três em Dourados, duas em Campo Grande e em Sonora e uma em Corumbá, Juti, Itaporã, Paranhos, Três Lagoas, Maracaju e Miranda.  São 32.545 casos suspeitos.

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