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Como identificar se você é ansioso

Descubra quais são os sintomas e como devem ser tratados

15 março 2019 - 12h05Da redação com assessoria
Em resposta ao medo, o transtorno se destaca de dois modos mais conhecidos: hábitos repetitivos e ataques de pânico. Roer as unhas pode vir como um ato de alívio, relaxamento e prazer, com o hábito repetitivo, pode se tornar uma ação automática.
Em resposta ao medo, o transtorno se destaca de dois modos mais conhecidos: hábitos repetitivos e ataques de pânico. "Roer as unhas pode vir como um ato de alívio, relaxamento e prazer, com o hábito repetitivo, pode se tornar uma ação automática." - Foto: Ilustração

Tensão muscular, sudorese, taquicardia, falta de ar, tontura, irritabilidade e pensamentos negativos. São apenas alguns dos sintomas fisiológicos apresentados pelos indivíduos com ansiedade.

"A ansiedade é um sentimento normal, assim como o medo e a raiva, o problema está na intensidade em que ela se apresenta", explica a psicóloga pós-graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental, Thayla Siqueira Sandim.

Com o objetivo de alertar e conscientizar a população sobre esse transtorno tão comum, a Unimed Campo Grande preparou uma série de dicas comportamentais para diagnóstico da ansiedade.

"Muitos transtornos de ansiedade se desenvolvem na infância e tendem a persistir se não forem tratados", aponta a especialista que afirma ainda que os casos são mais frequentes no sexo feminino do que no masculino.

Existem vários tipos de ansiedade, como transtorno generalizado, transtorno de separação (mais frequente em crianças), fobia específica, ansiedade social, entre outros.

Em resposta ao medo, o transtorno se destaca de dois modos mais conhecidos: hábitos repetitivos e ataques de pânico. "Roer as unhas pode vir como um ato de alívio, relaxamento e prazer, com o hábito repetitivo, pode se tornar uma ação automática."

A psicóloga ainda explica que, para livrar-se desse comportamento os profissionais envolvidos na cura devem trabalhar com técnicas que visem o motivo e não apenas os sintomas.

Os tratamentos devem ser acompanhados por psiquiatras para intervenções médicas e também de psicólogos para as causas comportamentais. "Atualmente a abordagem cognitiva-comportamental é a mais indicada, pois busca proporcionar a compreensão sobre os pensamentos, sentimentos e maneiras frente às situações", finaliza Thayla.

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