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SAÚDE

Começa hoje em Campo Grande a Semana de Luta Contra a Aids

A abertura será daqui a pouco, no auditório do LAC (Laboratório de Analises Clinicas), no campus da UFMS

30 novembro 2015 - 08h09Da redação
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A Prefeitura de Campo Grande promove, entre os dias 30 de novembro e cinco de dezembro, a Semana de Luta Contra a Aids. A abertura está marcada para as 8 horas desta segunda-feira (30), no auditório do LAC (Laboratório de Analises Clinicas), no campus da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul). Essa Semana faz alusão ao Dia Mundial de Luta Contra a Aids, comemorado todos os anos em 1º de dezembro. Esse evento é uma realização da Sesau (Secretária Municipal de Saúde), por meio Serviço Municipal de DST/Aids e hepatites virais.

Segundo os organizadores, o evento tem por objetivo dar maior visibilidade às questões relacionadas ao viver com HIV/Aids e à importância do teste, como prevenção e o tratamento a partir da detecção da doença. O incentivo à testagem e tratamento (prevenção combinada) é uma nova abordagem de política pública, que vem permeando todas as recentes ações de comunicação e que estará amplamente presente durante o ano de 2016.O objetivo é o aumento do foco estratégico em ambientes e populações prioritárias para acelerar a expansão do tratamento.

A campanha vai ao encontro das metas do Unaids/OMS. São elas: aumentar para 90% a proporção de pessoas que vivem com o HIV a conhecerem seu diagnóstico. Deste total, chegar a 90% recebendo tratamento antirretroviral e, desse índice, em tratamento como prevenção, 90% com carga viral indetectável (aqueles que atingiram a supressão do vírus, graças ao uso dos medicamentos antirretrovirais).

Segundo dados do Programa Municipal de DST/Aids, Campo Grande possui 61 pessoas na faixa etária de 35 a 49 infectados com o vírus. No ano passado, foram registrados 127 infectados na mesma faixa etária. A predominância dos infectados é de homens. De janeiro a outubro, foram registrados 112 homens infectados com o vírus e somente 39 mulheres. No mesmo período do ano passado, foram registrados 192 homens e 114 mulheres com sorologia positiva.

Segundo a gerente técnica do Programa de Hepatites Virais, Karina Burin, essa faixa etária é predominante em razão de se expor mais e por ter vida sexual ativa. Karina Burin alerta para o uso de camisinha mesmo com relação estável. “A pessoa sai pela segunda vez com o parceiro e já sente confiança na pessoa e faz sexo sem proteção”, explica.

De acordo com dados de Cedip (Centro de Doenças Infecto-parasitárias), de 2013 a 2015 foram registrados 973 pacientes que estão em tratamento e 172 pessoas abandonaram o tratamento.

Na transmissão do vírus de mãe para filho, conhecida como transmissão vertical, foram registrados dois casos este ano. No mesmo período do ano passado, foram sete casos.

Serviço

Se você fez sexo sem preservativo ou compartilhou agulhas há mais de 30 dias, faça o teste de HIV. Se isso aconteceu há menos de 30 dias, o teste pode não detectar o vírus. Embora todas as unidades de saúde possam coletar material para o teste de HIV e exames de DST, assim como seu tratamento, existe um serviço de referência no atendimento especializado - o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). No local é oferecido apoio psicológico aos pacientes que passam pelo teste e oferece o tratamento de doenças sexualmente transmissíveis.

Centro de Testagem e Aconselhamento
Telefone: 3314-3450

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