22 de setembro de 2019 Grupo Feitosa de Comunicação
(67) 99974-5440
(67) 3317-7890
Andorinha3
SAÚDE

Combate ao Aedes é intensificado em região com alto índice de infestação

O primeiro bairro vistoriado foi o Santo Amaro, onde estão concentrados a maioria dos focos de larvas do Aedes aegypti

13 fevereiro 2019 - 11h17
Ao todo, 19 ACS devem vistoriar 142 quadras até o fim da Campanha, com o objetivo de reduzir os focos do mosquito e, consequentemente, as doenças causadas, que provocam grande sofrimento à população
Ao todo, 19 ACS devem vistoriar 142 quadras até o fim da Campanha, com o objetivo de reduzir os focos do mosquito e, consequentemente, as doenças causadas, que provocam grande sofrimento à população - Foto: Divulgação

As ações da Campanha “10 dias contra o Aedes” acontece em todas as regiões de Campo Grande até o próximo dia 22, num esforço concentrado para eliminar possíveis criadouros do mosquito que transmite a dengue, zika e chikungunya. Nesta terça-feira, a UBSF Sírio Libanês iniciou varredura nos imóveis na busca por focos, envolvendo a equipe de profissionais da unidade. Segundo o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRaa) de janeiro deste ano, a região da área de abrangência da UBSF Sírio Libanês apresentou 5,3% no Índice de Infestação Predial (IPP), número considerado de risco.

O primeiro bairro vistoriado foi o Santo Amaro, onde estão concentrados a maioria dos focos de larvas do Aedes aegypti. Os agentes comunitários de saúde (ACS) visitaram as residências de oito quadras, conversando e orientando moradores, além de eliminar potenciais criadouros do mosquito.

A orientação à população da região da UBSF Sírio Libanês é para que colabore com as equipes, permitindo a entrada dos agentes para encontrar e eliminar possíveis criadouros, além de manter quintais limpos e descartar recipientes que possam acumular água, servindo de foco para reprodução do mosquito.

Ao todo, 19 ACS devem vistoriar 142 quadras até o fim da Campanha, com o objetivo de reduzir os focos do mosquito e, consequentemente, as doenças causadas, que provocam grande sofrimento à população.

Até janeiro deste ano, foram notificados 2338 casos de dengue, 45 de zika e 40 de chikungunya. Em janeiro do ano passado (2018), foram notificados 374 casos de dengue, 27 de chikungunya e 22 de zika.

TJMS