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POLÍTICA

"Quase partido" de Bolsonaro, PEN se junta a outros nanicos com protagonismo

15 abril 2018 - 17h04

Com uma bancada de apenas cinco deputados federais e nenhum governador ou prefeito de capital, o nanico PEN alcançou protagonismo político nas últimas semanas ao pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) para julgar medida cautelar para barrar prisão após condenação em segunda instância.

A repercussão do pedido surpreendeu até mesmo o comando legenda, que não esperava que a ação fosse atrelada ao caso ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Preso em Curitiba desde 7 de abril após ser condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o petista pode se beneficiar da cautelar.

Até então, o PEN só tinha chegado a ocupar o noticiário político nacional quando o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ) anunciou que poderia concorrer à Presidência da República neste ano pela legenda. Todo processo de negociação do presidenciável, segundo colocado nas pesquisas, foi amplamente acompanhado.

Bolsonaro fez uma série de exigências. Uma delas era justamente retirar a ação no Supremo que questiona prisão após condenação em segunda instância. Na época, porém, o partido não retirou o processo. Outra exigência foi mudar o nome para Patriotas, esta aceita. No fim, não houve acordo. Bolsonaro se filiou ao PSL, e o PEN-Patriotas voltou à planície.

Com esse protagonismo de ocasião, o PEN se junta a outras siglas, que, embora com poucos representantes no Congresso Nacional, tiveram sucesso em ações na Justiça. Com apenas dois deputados e um senador, a Rede, por exemplo, conseguiu que o STF determinasse votação aberta do pedido de afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e que réus não possam integrar a linha sucessória da Presidência da República. (Igor Gadelha)

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